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Reflexão Cristã: Eu ouvi Deus

sexta-feira, 1 de julho de 2011

ouvindo_Deus

Levantei chateado já pensando nos inúmeros problemas que eu tinha para resolver naquele dia, um gosto amargo na boca, dores pelo corpo e uma angústia esquisita me invadia a alma e dizia que eu não havia dormido bem. Eu parecia uma barata tonta, não tinha idéia de “por onde começar”…
Quando sai para a rua fui surpreendido por um dia maravilhoso, um sol “gostoso” iluminava um céu azul quase sem nuvens, e eu tive a impressão de que Deus queria falar comigo.
Continuei caminhando e nas árvores da praça perto de casa, dezenas de passarinhos cantavam alegres e disputavam alimentos com uma barulheira festiva, e senti que Deus queria falar comigo.
Olhei para as flores daquele jardim e me lembrei de Jesus falando aos antigos:
“Olhai os lírios no campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.”, e mais uma vez senti que Deus queria falar comigo.
Angustiado com meus problemas que pareciam ser os mesmos sempre, parecia que eu nunca iria sair daquele círculo de aflições, quando percebi que minhas pernas estavam me levando por todos os lugares que eu queria, mesmo sem eu ordenar nada, que meus braços eram fortes e eu poderia utilizar essa força para o trabalho, e que meu cérebro possuía ainda um raciocínio muito rápido, e mais uma vez percebi que Deus queria falar comigo.
Mais a frente, vi um menino de no máximo 3 anos, com os bracinhos esticados e nas pontas dos pés pulando para alcançar uma maçã no alto de uma árvore.
Mesmo com todo o seu esforço, empenho e alegria, eu percebi que ele nunca iria conseguir alcançar aquela maçã, e nesse momento eu ouvi Deus me falar que nós somos iguais aquela criança, na maioria dos nossos dias, colocamos nossa felicidade, nossos melhores sonhos, em lugares tão altos como aquela maçã estava para o menino, perseguimos frutos que não estão ao nosso alcance, e desprezamos o belo, as coisas boas que a vida nos oferece e nem damos a devida atenção.
Percebi então, quanto tempo eu estava perdendo amando quem não me amava, trabalhando onde não me sentia feliz, fazendo coisas somente para agradar quem nunca mereceu, desejando coisas que eu nem sabia se me fariam felizes, buscando um Deus da guerra para vencer meus inimigos, quando Deus é só amor.
Então compreendi que a felicidade está onde nós estamos, onde está o nosso coração e nesse dia eu ouvi Deus.
(Autor: Paulo Roberto Gaefke)

O que é Budismo e em que os budistas acreditam? O que é Budismo e em que os budistas acreditam?



O que é Budismo e em que os budistas acreditam? Resposta: O Budismo é uma das religiões mundiais principais em termos de seguidores, distribuição geográfica e influência sócio-cultural. Enquanto é grandemente considerado uma religião “Oriental”, está se tornando cada vez mais popular e de grande influência no mundo Ocidental também. O budismo é uma religião bastante peculiar, pois é uma religião bastante semelhante ao hinduísmo no fato de que ambos são chamados de religiões “orientais”, ambos acreditam em Carma (ética de causa e efeito), Maya (natureza criativa e mágica da ilusão), Samsara (o ciclo de reencarnação), entre outras coisas. Os budistas acreditam que o objetivo principal da vida é o de alcançar a “iluminação”, como eles acham que ela existe.
O seu fundador foi Siddhartha Guatama. Ele nasceu à realeza na Índia mais ou menos 600 anos antes de Cristo. Como a história conta, ele viveu e cresceu de forma bastante luxuosa; chegou até mesmo a casar e ter filhos com pouca exposição ao mundo externo. Seus pais queriam que ele fosse poupado da influência à religião ou exposição a dor e sofrimento. No entanto, não demorou muito para o seu abrigo ser “invadido” e ele viu rapidamente um homem idoso, um homem doente e um cadáver. Sua quarta visão foi a de um monge sereno e asceta (um que nega qualquer tipo de luxo e conforto). Ao ver sua serenidade, Buda decidiu se tornar asceta também. Ele abandonou sua vida de riquezas e afluência para ir atrás da iluminação através de austeridade. Ele era muito talentoso nesse tipo de auto-mortificação e meditação intensa. Ele era um líder entre seus companheiros. Eventualmente ele deixou com que seus esforços culminassem em um gesto final. Ele cedeu à sua “indulgência” e comeu uma tigela de arroz e sentou embaixo de uma figueira (também chamada de árvore Boddhi) para meditar até quando ele finalmente atingisse a iluminação ou morresse tentando. Apesar de tantas angústias e tentações, ao nascer do dia seguinte, ele tinha finalmente alcançado a iluminação à qual tanto almejava. Por isso ele ficou conhecido como ‘ser iluminado’ ou ‘Buda’. Ele entou pegou tudo que tinha aprendido e começou a ensinar seus monges companheiros, com os quais já tinha alcançado grande influência. Cinco de seus companheiros se tornaram os primeiros de seus discípulos.
O que Guatama descobriu? Iluminação encontra-se no “meio do caminho”, não com indulgências luxuosas nem com auto-mortificação. Além disso, ele descobriu o que ficou conhecido como as ‘Quatro Verdades Nobres’ – (1) viver é sofrer (Dukha), (2) sofrimento é causado pelo desejo (Tanha, ou “apego”), (3) uma pessoa pode eliminar sofrimento ao eliminar todos os apegos e desejos, e (4) isso é alcançado ao seguir-se o caminho das oito vias nobres. Esse caminho consiste de obter o entendimento correto, o pensamento correto, a palavra correta, a ação correta, o modo correto de existência (ser um monge), o esforço correto (direcionar as energias corretamente), a atenção correta (meditação) e a concentração correta (foco). Os ensinamentos de Buda foram colecionados no Tripitaka, ou “três cestos de flores”. [Win Corduan, Neighboring Faiths (IVP, 1998): 220-224].
Além desses ensinamentos bastante distintos, encontramos ensinamentos comuns ao Hinduísmo, tais como a Reencarnação, Maya, e uma tendência de compreender a realidade como sendo Panteísta em sua natureza. O Budismo também pode ser difícil de se caracterizar quanto à sua opinião de Deus. Alguns ramos do Budismo podem ser legitimamente chamados de ateístas, enquanto outros podem ser chamados de panteístas, e outros podem até ser chamados de teístas, tais como o budismo da Terra Purra. O budismo clássico, no entanto, tende a ser silencioso sobre a realidade de um ser superior e é, portanto, considerado ateísta.
Hoje em dia o budismo é bastante diversificado. Pode ser dividido em aproximadamente duas categorias: Theravada (pequeno veículo) e Mahayana (grande veículo). Theravada é a forma monástica que reserva a grande iluminação e nirvana aos monges, enquanto o budismo Mahayana estende esse objetivo de alcançar a iluminação aos leigos também, quer dizer, os que não são monges. Sob essas duas categorias, podemos encontrar vários ramos de budismo, tais como Tendai, Vajrayana, Nichiren, Terra Santa, Zen, Ryobu, entre outros. Portanto, é importante que aqueles que não pertencem ao budismo e que estão tentando compreender essa religião não presumam conhecer todos os detalhes de uma certa divisão do budismo quando tudo que estudaram foi apenas o Budismo histórico clássico. (Corduan, 230).
É importante estar ciente de que o Buda nunca se considerou um deus ou um ser divino de qualquer forma. Ao contrário, ele se considerava uma pessoa que “mostrava o caminho” para outras pessoas. Apenas depois de sua morte ele foi exaltado a uma figura divina por alguns de seus seguidores, mas nem todos os seus seguidores o enxergaram assim. Com o Cristianismo, no entanto, a Bíblia deixa bem claro que Jesus era o Filho de Deus (Mateus 3:17 “E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”) e que Ele e o Pai são um (João 10:30 “Eu e o Pai somos um”). Uma pessoa não pode considerar-se um Cristão verdadeiro sem professar fé em Jesus Cristo como Deus.
Jesus ensinou que Ele é o Caminho, e não apenas um que mostrava o caminho, assim com João 14:6 confirma: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”. Quando Guatama morreu, o budismo tinha se tornado de grande influência na Índia; trezentos anos depois de sua morte, o Budismo tinha se espalhado tanto, que tinha rodeado por grande parte da Ásia. As escrituras e dizeres atribuídos a Buda foram escritos mais ou menos quatrocentos anos depois de sua morte. Esse atraso no período entre sua morte e a escrita ou comentário que continha sua mensagem abre as portas a vários desafios que estudiosos podem argumentar sobre a autenticidade e confiabilidade das escrituras budistas.
Buda viveu e morreu bem antes do tempo de Jesus. Suas viagens nunca o levaram a mais de duzentos quilômetros de distância de sua casa. Aparenta ser o caso que Buda não conhecia a Bíblia e sua mensagem. Ele, na verdade, nunca falou sobre Deus, ou Jesus; consequentemente, Budistas geralmente não mencionam Deus como os Cristãos o fazem. Em sua forma clássica, o Budismo não menciona nenhum Deus pessoal ou Ser Divino.
O pecado é compreendido como ignorância. E onde é entendido como alguma forma de “erro moral”, o contexto no qual “bem” e “mal” são compreendidos é amoral. O Carma é compreendido como sendo o equilíbrio da natureza e não é reforçado de uma forma pessoal. A natureza não é moral, portanto, o Carma não é um código moral, e o pecado não é, no fim das contas, moral. Por isso podemos dizer, de acordo com o pensamento budista, que nosso erro, no final das contas, não é moral já que é apenas um engano impessoal e não uma violação interpessoal. A consequência que surge desse tipo de compreensão é devastadora. Para o budista, o pecado é mais um engano do que uma transgressão contra a natureza do Deus onipotente. Esse entendimento do pecado não concorda com a consciência moral inata de que os homens são condenados por causa de seu pecado diante de um Deus Santo (Rom. 1-2).
A crença de que o pecado é um erro impessoal que pode ser consertado não vai de acordo com a doutrina da depravidade, a qual é uma básica doutrina do Cristianismo. A Bíblia nos diz que o pecado do homem é um problema de consequências eternas e infinitas. As opiniões budistas sobre o pecado nem se comparam. De acordo com o budismo, não existe a necessidade de um Salvador para resgatar as pessoas de seus pecados condenadores. Para o Cristão, Jesus é a única forma de resgate da punição eterna de seus pecados pessoais e imputados. Para o budista, existe apenas uma forma de vida ética e apelos através de meditações a seres exaltados com a esperança de talvez alcançar iluminação ou Nirvana. Mas provavelmente certa pessoa terá que passar por várias reencarnações para pagar pela grande acumulação de débito relacionado ao carma. Para os verdadeiros seguidores do Budismo, essa religião é uma filosofia de moralidade e ética, encapsulada em uma vida de renúncia do próprio ego. Uma pessoa pode apelar a inúmeros Boddhisatvas (“Budas em formação”) ou Budas (Gautama é visto mais tarde como um de muitos budas) (Ibid., 229). No fim das contas, a realidade é impessoal e não-relacional; portanto, não é amoroso. Deus não só é visto como ilusório, mas ao dissolver o pecado a um erro não moral e ao rejeitar toda realidade material como maya (“ilusão”), até mesmo nós “nos” perdemos. A personalidade em si se torna uma ilusão.
Quando perguntado como o mundo começou, quem/o que criou o universo, o Buda mantém-se em silêncio, pois no budismo não há início nem fim. Existe, ao invés, um círculo sem fim de nascimento e morte. Alguém teria que se perguntar que tipo de Ser nos criou para morrer, passar por tanto sofrimento e dor, para então morrer, vez e vez de novo? Pode causar alguém a contemplar, mas qual o propósito, porque se incomodar? Os Cristãos sabem que Deus enviou o Seu filho para morrer por nós, apenas uma vez, para que não tenhamos que sofrer por toda a eternidade. Ele enviou Seu Filho para nos dar conhecimento do fato de que não estamos sozinhos e de que somos amados. Os Cristãos sabem que há mais para essa vida do que apenas sofrimento e morte. 2 Timóteo 1:10 nos diz: “E que é manifesta agora pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual aboliu a morte, e trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo evangelho”.
O Budismo ensina que Nirvana é o estado mais elevado de existir, um estado de existir puro. Ensina também que esse estado é alcançado através de meios relativo ao indivíduo. O Nirvana desafia a explicação racional e norma lógica e, portanto, não pode ser ensinado, apenas percebido. Jesus, ao contrário, foi bem específico. Ele nos ensinou que nossos corpos físicos morrem, mas que nossas almas ascendem para ficarem com Ele no céu. Marcos 12:25 diz: “Porquanto, quando ressuscitarem dentre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como os anjos que estão nos céus”. Para o Budista, não existe um Pai misericordioso no céu que enviou o Seu Filho para morrer por nossas almas, por nossa salvação, para providenciar o caminho para que possamos alcançar Sua glória. Buda ensinou que as pessoas não têm almas individuais, pois o ser individual (ou ego) é apenas uma ilusão.

Fonte: Got Questions

Quando nosso trabalho nos frustra – Ilustração


- 25% dos empregados não tiram seus períodos integrais de férias por causa de exigências do trabalho.

- 43% dos empregados que são altamente sobrecarregados sentem raiva de seus empregadores com freqüência, ou com muita freqüência.

- Um dentre cada três empregados leva trabalho para casa pelo menos uma vez por semana.

- A infelicidade no emprego afeta um quarto da força trabalhadora da América.

- Um quarto dos empregados vê seus empregos como o fator número um de estresse em suas vidas.



Sinta a força desses números. Você se pergunta por que os trabalhadores no ônibus parecem tão estranhos? “Setenta por cento de nós vamos trabalhar sem nenhum entusiasmo ou paixão.” A maioria dos assalariados passa quarenta ou cinqüenta horas semanais arrastando-se pelas ruas da “Vila do Tédio”.



Tanta infelicidade só poderia resultar em aborrecimento nas famílias, bares lotados e pagamento dos salários dos terapeutas. Se 70% de nós têm medo das segundas-feiras, sonham com as sextas-feiras e se arrastam durante o resto da semana, nossos relacionamentos não sofrerão? O nosso trabalho não sofrerá? A nossa saúde também não irá sofrer? Um estudo afirma que “os problemas no trabalho são mais fortemente associados com as questões problemáticas de saúde do que qualquer outro fator de estresse da vida — mais até do que problemas financeiros ou familiares”.



Tais números parecem uma epidemia. Uma epidemia de mediocridade. Alguém removeu o brilho dos nossos dias. Uma neblina monótona se instalou em nossa sociedade. Semana após semana na mesmice que drena as energias. As paredes pintadas de cinza com a rotina. Os trabalhadores no ônibus arrastando o seu medo até o local de trabalho. Os edifícios cheios de que trabalham para viver em vez de viver para trabalhar. Tédio. Desempenhos medíocres.



A cura? A receita de Deus começa com desfazer a sua mala. Você saiu do útero equipado de maneira exclusiva. Davi o afirma desta forma: “Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda” (Sl 139.15,16 – ARA).



Explore esses versículos comigo. Davi enfatiza o pronome “tu” querendo dizer “você, Deus e somente você”. “As profundezas da terra” sugerem um lugar oculto e seguro, oculto dos intrusos e do mal. Assim como um artista leva uma tela a um estúdio fechado, Deus também o levou para a sua câmara oculta onde você foi “entretecido”. Moisés usou a mesma palavra hebraica para descrever a costura das cortinas internas do Templo — costuradas por mãos talentosas com o mais elevado objetivo (ver Êx 26.1; 36.8; 38.9). O Tecelão Mestre escolheu os fios do seu temperamento, a textura do seu caráter, os fios da sua personalidade — tudo, antes que você nascesse. Deus não o colocou no mundo absolutamente indefeso e de mãos vazias. Você chegou equipado de forma plena. “No teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado…” O dia do nascimento e o dia da morte. Dias de dificuldades e dias de vitória. O que o motiva, o que o esgota… Deus foi – e é – o Autor de tudo.

- Max Lucado em “Quebrando a Rotina” Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp. 25-27

Christian Bale, o Batman, viverá Noé em filme sobre o dilúvio

O filme deve começar a ser rodado no final deste ano quando o ator terminar as filmagens do Batman
O cineasta Darren Aronofsky já tem um nome para estrelar o filme sobre a Arca de Noé que está dirigindo por ele: o ator Christian Bale que vai interpretar o papel principal do longa. Aronofsky e Bale já trabalharam juntos no filme “The Fighter”.
A ideia de filmar a história do dilúvio bíblico é um projeto antigo do cineasta. Aos 13 anos ele chegou a ganhar um concurso de poesia na escola com um poema que falava sobre Noé e o fim do mundo.
Com os problemas ambientais sendo questionados em todo o mundo, Aronofsky encontrou o momento certo para filmar sobre o tema. ”Eu penso que é muito oportuno, porque é sobre o apocalipse ambiental que é o maior tema agora, para mim, devido ao que está acontecendo neste planeta. Por isso, eu acho que ele tem grandes temas que se relacionam conosco. Noé foi o primeiro ambientalista. Ele é um personagem muito interessante.”
A New Regency Enterprises já fez um acordo com o diretor para pagar metade do orçamento do filme, que deverá custar cerca de R$ 208 milhões no total.
O site Deadline também divulga que provavelmente a Paramount, a Fox e a Summit também irão participar deste filme como financiadoras dessa história bíblic
As filmagens do filme A Arca de Noé devem começar no final deste ano, quando o ator Christian Bale estiver livre dos compromissos assumidos com o filme “The Dark Knight Rises”, que estreia em julho de 2012.

Com informações The Christian Post

Sony Music firma acordo com AB Records para gravação de DVD Aline Barros






 O repertório está praticamente definido, assim bem como os profissionais que cuidarão da captação de áudio, vídeo e toda produção do projeto.

Sony Music firma acordo com AB Records para gravação de DVD Aline Barros Em comemoração aos 20 anos de carreira da cantora Aline Barros será gravado no dia 23 de agosto um DVD reunindo seus grandes sucessos lançados pela AB Records. E mantendo a parceria firmada nos últimos meses, a Sony Music cuidará de toda a divulgação e distribuição do CD e DVD “Aline Barros – 20 Anos”.
O acordo de parceria foi assinado recentemente na sede da gravadora Sony Music no Rio de Janeiro e contou com as presenças do presidente da Sony Music Brasil, Alexandre Schiavo, do Vice-Presidente A&R, Sérgio Bittencourt, além de outros membros do staff da gravadora. A AB Records foi representada por seu diretor executivo, Ronaldo Barros.
De acordo com Bruno Baptista, A&R da Sony Music, o projeto será gravado com uma mega estrutura e equipe de profissionais do mais alto gabarito. “Queremos fazer um DVD histórico e diferenciado! Essa data tão marcante da carreira da Aline Barros merece ser tratada com todo carinho e não pouparemos esforços para fazer um projeto de altíssimo nível! Essa parceria entre a Sony Music e a AB Records já vem gerando tantos resultados positivos que não poderíamos de participar deste projeto tão importante como as comemorações dos 20 anos de carreira de Aline Barros.”
O repertório está praticamente definido, assim bem como os profissionais que cuidarão da captação de áudio, vídeo e toda produção do projeto. Falta apenas ajustar o local da gravação que neste momento pende entre Rio de Janeiro e São Paulo. Espera-se que nos próximos dias também esta informação seja devidamente confirmada. A previsão de lançamento deste projeto é para novembro deste ano.
Atualmente todo o catálogo de produtos AB Records é distribuído com exclusividade pela Sony Music. Recentemente vários títulos de Aline Barros foram relançados pela gravadora em novas embalagens. Além disso, a Sony Music vem desenvolvendo ações digitais com o catálogo AB Records e projetos especiais como o lançamento do CD “Série Essencial Aline Barros” que será distribuído com exclusividade nas Lojas Americanas em breve.

Fonte: Sony Music – Gospel

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