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Vai e não peques mais!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A vida  tem os seus desafios... nos fazem sofrer... Que muitas das vezes nos desanima...
Existe um jeito de acabar com isso! É mais facil do que se parece... Entrega tudo nas mãos de Jesus e VAI!




Se o inimigo te vem acusar... Com teus pecados te quer condenar...
Vem tomar toda a vitória que o Filho de Deus te dá!
Pois lá na cruz já comprou o perdão, sangue que apaga toda acusação.


Vai, e não peques mais!
Consagra Tua vida nas mãos de Jesus!
Vem, vem, vem receba a paz
Em Nome do Pai, vai e não peques mais.


Será angústia ou tribulação... Perigo, fome ou perseguição.
Quem te irá separar do amor de Jesus, irmão?
Pois você é mais que um vencedor e ninguém vai te tirar deste amor!
Vai, vai, vai e não peques mais.
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ouvir : conectando

Barbeiros Não Existem!

Vai aí uma história bem interessante. Meditem!




Certo dia um homem foi ao barbeiro e enquanto tinha seus cabelos cortados, falava da vida e de Deus para aquele que lhe dava um trato na juba.
Daí a pouco, o barbeiro, incrédulo, não agüentou e falou:
- Deixa disso, meu caro, Deus não existe!
- Por quê? - perguntou o homem.
- Ora, se Deus existisse não haveria tantos doentes, mendigos, pobres, etc... Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar!
- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?
- Sim, Claro!
Pois bem, o freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou imediatamente um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não agüentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros!
- Como?!
- Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!
- Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vêm a mim; não vão ao barbeiro. Eu não tenho culpa...
- Agora você me respondeu porque existe tanta tristeza em torno de nós...

Fiquem na Paz!                          @GustavoWoerner

O que é a adoração

terça-feira, 5 de julho de 2011



Adoração. O que vem à sua mente ao ouvir esta palavra? Uma parte do culto quando entoamos cânticos espirituais? Seja qual for a sua impressão diante da grande variedade de significados que possam existir, a adoração verdadeira não acontece apenas durante certo período na programação da igreja. 


A adoração é ”uma reação ativa a Deus, pela qual declaramos sua dignidade”. Como bem expressou Ronald Allen: A adoração não é passiva, mas sim participativa. Adoração não é apenas uma sensação; é uma declaração.
Declaramos que Ele é digno quando adoramos a Deus atribuindo a Ele todo mérito, pois somente Ele é digno de louvor por causa de quem Ele é e do que Ele faz (Sl 96.7-8). Adoramos a Deus por meio de Jesus Cristo, que vive e reina para sempre, o Cordeiro que é digno (Ap 5.12). 
Todas as criaturas de todos os tempos e lugar devem adoração ao Deus triúno, ao Pai Bendito, ao Filho Amado e ao Espírito Santo Consolador, cantando: “Pai, nós te adoramos! Senhor Jesus, nós te amamos! Espírito Santo, nós te honramos! Nós te adoramos declarando a dignidade que tens”.
Qual é, então, a essência da adoração? É a celebração e a exaltação à Deus! Ronald e Gordon nos dão o verdadeiro sentido dessa adoração:


Adoração não é resmungar orações ou cantar hinos e cânticos com pouca meditação e muito menos coração. Celebramos a Deus quando nos reunimos seriamente em oração e intensamente em canto.
Adoração não é o uso de palavras de auto-exaltação ou de clichês enfadonho quando se pede para alguém dar um testemunho. Celebramos a Deus quando nos gloriamos em Seu santo nome.
Adoração não é dar de má vontade ou prestar um serviço obrigatório. Celebramos a Deus quando damos a Ele com alegria e O servimos com integridade.
Adoração não é suportarmos distraído o sermão. Celebramos a Deus quando ouvimos a Sua Palavra com prazer e procuramos ser moldados por ela, cada vez mais à imagem de nosso Salvador e Senhor.
Adoração não são movimentos apressados para nos juntarmos à mesa do Senhor de qualquer jeito. Celebramos a Deus quando, cheios de gratidão, tomamos parte da cerimônia que fala de nossa fé no Cristo ressurreto.


Um dos grandes salmos que celebram o nosso Deus é o salmo 100. Nele encontramos um forte incentivo para a celebração em nosso culto de adoração. Leia-o hoje mesmo buscando toda motivação para expressarmos verdadeira adoração Àquele que é digno para todo o sempre.

Um convite à Humildade



A humildade aplica-se a mim como uma criatura, como um pecador e como um santo. É fácil pegarmos o exemplo de Jesus, mas que através de Sua humildade precisamos entender os princípios em que isso é baseado e nos quais encontramos o terreno comum no qual estamos com Ele, e nos quais, portanto, nossa semelhança a Ele deve ser alcançada. Se devemos realmente ser humil­des, não somente diante de Deus, mas também diante dos homens, se a humildade deve ser nossa alegria, temos de ver que ela não é apenas a marca da vergo­nha por causa do pecado, mas, independentemente de todo pecado, humildade é estar revestido com a própria beleza e bem-aventurança do céu e de Jesus.
Lembremos-nos das palavras do próprio Jesus, citado por Mateus em seu evangelho:E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo; Mateus 20:27
O fato é que todos querem ser servidos, mas poucos são os que servem. Quem verdadeiramente é servo fiel, reconhece sua posição e encontra um prazer real em suprir os desejos do mestre e seus convidados. Muitas vezes nos prendemos a situações que queremos mostrar o quão somos bons, o quão somos excelentes naquilo que fazemos, mas somente por “obrigação”. Quando penso em situações assim, me lembro de Marta e Maria quando Jesus chega a sua casa e Marta, corre para deixar tudo lindo enquanto Maria só queria ouvir a voz do Mestre.
Essa é a verdadeira atitude do servo (no termo hebraico ESCRAVO). Humildade é algo infinitamente mais profundo do que contrição, e a aceitamos como nossa participação na vida de Jesus, então, começaremos a aprender que ela é nossa verdadeira nobreza. Quando servimos o próximo e a todos, sem esperar nada em troca, provamos o mais elevado cumprimento de nosso destino como homens criados à imagem de Deus.


Na pregação e no viver, no convívio diário do lar e da vida social, na comunhão mais especial com cristãos, na direção e execução da obra de Cristo, ah! quanta prova há de que a humildade não é considerada a virtude princi­pal, a raiz da qual as graças podem crescer, a única condição indispensável da verdadeira comunhão com Jesus.


"Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, (...) que a Si mesmo se esva­ziou, assumindo a forma de servo (...) e a Si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz. Pelo que também Deus O exaltou sobremaneira" (Filipenses 2.5, 7b-9a).


Abordando o orgulho que está na raiz da discórdia, Paulo aponta para Cristo como exemplo supremo de humildade. Quando Jesus se esvazia, não diz que Ele tirou de si mesmo sua identidade como Deus. O significado da frase é que ele a si mesmo se humilhou, deixando seu “status celestial”, não seu ser divino. A natureza de seu esvaziar-se a si mesmo é definida nas três frases que seguem: “assumindo/tornando-se/reconhecido”. O ato do Pai (Pelo que também Deus) é uma resposta a obediência de Cristo, a sua submissão à vontade do Pai (Hb 10.5/9) é maior em se tratando daquele que é igual ao Pai do que qualquer outra pessoa.


"... Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, Que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo nosso Salvador;
Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna" (Tito 3: 5/7)


" Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis. Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo"( II Pedro 1: 10/11)


Sejamos humildes e escravos de Cristo, pois o orgulho é competitivo por natureza e tenta elevar uma pessoa acima das outras, promovendo conflitos em lugar de harmonia. Já a humildade aceita um lugar de serviço, preocupando-se com necessidades e interesses dos outros. O amor é essencial à humildade.


Esse é um convite à humildade, a qual Jesus chama a mim e a você.

ACNE

segunda-feira, 4 de julho de 2011



O que é?

A acne é uma doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. Devido a isso, as lesões começam a surgir na puberdade, época em que estes hormônios começam a ser produzidos pelo organismo, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos.
A doença não atinge apenas adolescentes, podendo persistir na idade adulta e, até mesmo, surgir nesta fase, quadro mais frequente em mulheres.
As manifestações da doença (cravos e espinhas) ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.

Manifestações clinicas
A doença manifesta-se principalmente na face e no tronco, áreas do corpo ricas em glândulas sebáceas. Os sintomas variam de pessoa para pessoa, sendo, na maioria da vezes de pequena e média intensidade.
Em alguns casos, o quadro pode tornar-se muito intenso, como a acne conglobata (lesões císticas grandes, inflamatórias, que se intercomunicam por sob a pele) e o acne queloideano (deixa cicatrizes queloideanas após o desaparecimento da inflamação).
O quadro clínico pode ser dividido em quatro estágios:

Acne Grau I: apenas cravos, sem lesões inflamatórias (espinhas).
acne comedoniana


Acne Grau II: cravos e "espinhas" pequenas, como pequenas lesões inflamadas e pontos amarelos de pus (pústulas).


Acne Grau III: cravos, "espinhas" pequenas e lesões maiores, mais profundas, dolorosas, avermelhadas e bem inflamadas (cistos).
acne cistica


Acne Grau IV: cravos, "espinhas" pequenas e grandes lesões císticas, comunicantes (acne conglobata), com muita inflamação e aspecto desfigurante.


Tratamento
Sendo doença de duração prolongada e algumas vezes desfigurante, a acne deve ser tratada desde o começo, de modo a evitar as suas sequelas, que podem ser cicatrizes na pele ou distúrbios emocionais, devido à importante alteração na auto-estima de jovens acometidos pela acne.
O tratamento pode ser feito com medicações de uso local, visando a desobstrução dos folículos e o controle da proliferação bacteriana e da oleosidade. Podem ser usados também medicamentos via oral, dependendo da intensidade do quadro, geralmente antibióticos para controlar a infecção ou, no caso de pacientes do sexo feminino, terapia hormonal com medicações anti-androgênicas.
A limpeza de pele, que pode ser realizada por esteticistas devidamente capacitadas, tem ação importante para o esvaziamento de lesões não inflamatórias (cravos), evitando a sua transformação em espinhas.
Em casos de acne muito grave (como a acne conglobata), ou resistente aos tratamentos convencionais, pode ser utilizada a isotretinoína (Roacutan), medicação que pode curar definitivamente a acne em cerca de seis a oito meses na grande maioria dos casos.

acne

Apesar de não ter participação na causa da doença, a dieta pode ter influência no curso da acne em algumas pessoas. Alimentos como chocolate, gorduras animais, amendoim e o leite e seus derivados devem ser evitados pelos pacientes que apresentem acne e percebam agravação dos sintomas após a ingestão dos mesmos.
O lado emocional dos pacientes não deve ser menosprezado. A desfiguração causada pela acne mexe com a auto-estima do adolescente, que passa a evitar o contato social com vergonha de suas lesões e das brincadeiras dos colegas. Quando necessário, deve ser fornecido suporte psicológico.
O tratamento da acne deve ser orientado por um médico dermatologista, que é o profissional capacitado para indicar os medicamentos ideais para cada caso. Não use remédios indicados por pessoas leigas ou que tenham um quadro semelhante ao seu. Eles podem não ser apropriados ao seu tipo de pele. A duração do tratamento é longa, geralmente nunca é menor do que seis meses, portanto, paciência. Esclareça suas dúvidas com o dermatologista que o acompanha, ele sempre poderá ajudá-lo.
É importante saber que algumas pessoas apresentam melhoras com certos medicamentos e outras não. Por isso, pode ser que seu médico precise trocar a sua medicação caso o tratamento inicial não esteja surtindo efeito para o controle da doença.

Colaboração: Dr. Roberto Barbosa Lima - Dermatologista

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