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Teatro: Jesus o verdadeiro amigo

sexta-feira, 15 de julho de 2011


Uma menina carente de amizade, mostra sua carência e sua busca. Mas o que ela encontra é, bebidas, festas, drogas... Não satisfeita, decepcionada, quase desesperada fica sabendo de um amigo verdadeiro, JESUS.
 

No telefone:
MENINA: Amiga, to me sentindo tão mal, preciso, de você!
AMIGA: Claro amiga, pode contar sempre comigo, vamos sair hoje, ir para balada, esparecer a mente.
MENINA: Brigado miga, realmente você é amiga!!! (na balada)
AMIGA: Caraca, isso aqui tá demais!
MENINA: É amiga, brigadão! Nessas horas sabemos com quem contar!
AMIGA: Claro amiga, to aqui pro que der e vier, somos amigas pra todas as horas!
MENINA: Te amo amiga!
AMIGA: Também te amo, amiga!
NARRADOR: Dias depois, algo bem ruim acontece com ela! (Ela na rua, chorando desesperadamente:)
MENINA: rum... Suellen? Sumiu! Disse que precisava dela, disse que precisava de um amigo, como nunca, quando ela viu, que o problema era sério, me abandonou! E agora estou aqui, sozinha, sem amigo, abandonada! (chora) Mas eu preciso, preciso de um amigo, que me ajude, me ouça, preciso de um braço forte que me ajude a sair dessa:
(começa a andar, desorientada. Encontra com um suposto amigo.)
DROGAS: Oi? tudo bem?
MENINA: Tudo bem não, tô triste! Me sentindo muito mal!
DROGAS: Iii, acho que posso te ajudar, tenho um negócio aqui que vai te ajudar a esquecer todos os seus problemas! (abre a mochila e tira drogas) tá vendo? Você vai viajar por altos lugares... vai se sentir bem melhor, você vai relaxar! (Ela pega as drogas e, juntamente com ele, usa, começam a viajar nas drogas!)
MENINA: Caraca, que viajem, realmente é muito bom, que incrível! Isso que é amigo de verdade!
(as luzes se apagam, o efeito passa!)
MENINA: Cadê? Cadê ele? Sumiu, me deixou, me abandonou, e estou do mesmo jeito, continuo triste e ainda sem amigo, preciso de um amigo!
(começa a andar, e encontra outro amigo)
BALADA: Oi! não fica assim! Você me parece tão triste!
MENINA: Nossa, parece que te conheço a tanto tempo, você me conhece tão bem, isso que é amigo de verdade, você pode me ajudar?
BALADA: Sim! Claro! Vamos sair, ir para um baile, uma balada! Se distrair é o melhor remédio para tristeza!
MENINA: Vamos, vamos sim! (as duas na balada dançando muito!)
MENINA: Caraca, que irado! Muito show, nem lembro mais dos meus problemas. (no dia seguinte)
MENINA: ham, passei a noite toda acordada, achando que estava feliz, e agora o que me restou foi muito sono, porque os problemas continuam, minha vida? Na mesma! (Continua andando e encontra outro amigo, chorando!)
BEBIDA: Não chora!
MENINA: Que não chora, você nem me conhece, não sabe pelo que estou passando!
BEBIDA: É. não sei, mas posso te ajudar!
MENINA: Me ajudar? Como? Impossivel!!!
BEBIDA: hum... cmg seus problemas acabaram!!! trago aqui uma coisa que te fará esquecer tudo! Você vai mergulhar na alegria e tudo será diferente! (ela o abraça)
MENINA: caraca!!! obrigado, isso que é amigo! O que é? Me mostra! (ele mostra uma garrafa de bebida, bebe e dá pra ela)
MENINA: isso aqui vai me ajudar? Tem certeza?
BEBIDA: Claro! Bebe que você vai ver... (ela começa a beber, ficar embreagada)
MENINA: Caraca, muito bom! Esqueci todos meus problemas, até meu nome!!! i, acabou! Tem mais não?
BEBIDA: Rsrs mais? Agora se vira (pega e vai embora)
MENINA: Ei! espera aí, não vá! Você não era meu amigo, mal te conheci e já me abandonou! (as luzes se apagam)
MENINA: Que que eu fiz, nem me lembro! Bebi a noite inteira e agora? Continuo na mesma e agora ainda estou com muita dor de cabeça!
MENINA: Preciso dar um basta na minha vida! Preciso resolver minha situação! Preciso de um amigo! De alguém que me ajude!
(fica andando sem direção, até que uma menina se encontra com ela!)
CRISTÃO: oi tudo bem?
MENINA: Tudo bem? Olha pra mim! Pareço bem? Minha vida está despedaçada, sinto-me sozinha, abandonada, sem amigo, sem nenhum amigo!
CRISTÃO: Calma! Não se desespere assim, senta um pouco vamos conversar! (as duas sentam, e ela abre a bíblia)
CRISTÃO: olha eu quero te falar, de um amigo, de um verdadeiro amigo!
MENINA: de um amigo? De um amigo de verdade?
CRISTÃO: sim! De um amigo de verdade, do verdadeiro amigo! Um amigo que NUNCA irá te abandonar, todos podem te dar as costas, mais este amigo, este amigo não! Um amigo tão precioso, que sempre estará ao teu lado.
Um amigo que te trará tantas alegrias, alegrias das quais você nunca encontrará em nenhum outro lugar!
Nem na bebida, nem nas drogas, nem na balada, em lugar nenhum... este amigo é o ÚNICO que sempre estará ao teu lado!
MENINA: sério?! Que amigo é este? Eu quero este amigo, eu preciso desse amigo!
CRISTÃO: este amigo é Jesus, o Verdadeiro amigo, ele se entregou por mim e por você, e hoje ele quer fazer parte de sua vida, ele quer ser seu amigo mais próximo! Ele quer fazer parte da sua vida. Basta você querer! Este amigo, diz que você terá sim aflições, terá sim provações, mas ele adverte que você vencerá, como ele venceu! por qualquer adversidade que você passe, este amigo estará ao teu lado!
MENINA: Sim! Sim! Eu quero este amigo! Eu quero este amigo! Amigo verdadeiro! Amigo mais que fiel! Amigo que não te abandona!
TODOS: Jesus! O verdadeiro Amigo!!!

Jovens desafiados para avançar

Os jovens cristãos precisam entender que viver para Deus é a maior empreitada à qual podem ser aventurar nesta vida. E as conseqüências dessa aventura certamente ecoarão pela eternidade. É preciso saber discernir bem as escolhas que fazemos no tempo que se chama hoje, a fim de que possamos colher amanhã frutos que glorifiquem ao nosso Deus. Mas é preciso primeiramente reconhecer que não é fácil ser jovem e cristão neste presente século, isto é, um cristão que não viva a sua fé em contradição com suas práticas habituais, um cristão genuíno, e não apenas um “crente de IBGE”. A Bíblia chama isso de integridade.
Novos tempos trazem novos desafios. Entre os desafios dos cristãos do século XXI está o de estar em constante adaptação aos novos mecanismos de comunicação, novos paradigmas do mundo do trabalho, novas tecnologias e simbioses da vida moderna, ao mesmo tempo em que se mantém afastado da corrupção do mundo, que segundo Tiago é parte da essência da religião pura e imaculada para com Deus (Tg 1:27). Com que purificará o jovem seu caminho? Observando-o conforme a Palavra de Deus (Sl 119:9).
Ninguém despreze a tua mocidade.” (I Tm 4:12) A quem o apóstolo Paulo dirige estas palavras? Ao jovem Timóteo, seu parceiro ministerial, e não a um jovem qualquer. Se alguém vive para Deus, mesmo que seja de pouca idade, sua pouca idade não deve mesmo ser desprezada. Mas se vivermos para nós mesmos, mesmo depois de velhos, não acharemos a sabedoria. A estes que não fogem das paixões da mocidade, e dão-se a “fábulas e genealogias intermináveis, que mais produzem questões do que edificação de Deus, que consiste na fé” (I Tm 1:4; cf. 2:7), certamente não é a estes que Paulo está se referindo.
Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.” (I Jo 2:14b) Estas palavras foram dirigidas apenas a um seleto grupo de jovens, pertencentes às várias igrejas às quais o apóstolo João endereçou suas epístolas. Obviamente, ele não se referia a todos os jovens, de todas as eras e de quaisquer igrejas. Entretanto, devemos nos ater a um princípio aqui: que nós, jovens, só seremos fortes caso a Palavra de Deus habite em nós, e como conseqüência disto, é que iremos vencer o Diabo. Infelizmente, alguns têm desprezado este princípio, e como conseqüência de sua negligência para com a Palavra de Deus, muitos jovens cristãos têm sucumbido diante das adversidades do nosso tempo.
Questões pessoais, morais e espirituais fervilham a todo momento na mente dos jovens das nossas igrejas. Será que devo permanecer virgem até o casamento? Devo cursar uma faculdade? Qual é o meu sonho de família? A qual carreira profissional devo me lançar? Quais atributos de caráter devo procurar no meu futuro cônjuge? Mais que respostas simplistas tais como “leia a Bíblia, nela encontrarás as respostas”, que muitas vezes ouvem dos seus líderes e conselheiros, os jovens cristãos estão sedentos por relacionamentos interpessoais saudáveis que ultrapassem o nível de meras “relações igrejeiras”, e tornem-se amizades sólidas e duradouras. A Bíblia relata algumas amizades notáveis, tais como Rute e Noemi (Rt 1:16), Davi e Jônatas (I Sm 18:3), Paulo e Barnabé (At 13:46; 15:12), e do próprio Senhor Jesus com o “discípulo amado”, João (Jo 21:7). Será que temos tido sucesso em estabelecer amizades deste naipe nos nossos dias?
Preciso confessar que nestes meus vinte e poucos anos, ainda sou um aprendiz de cristão, um discípulo tentando aprender e reaprender a andar como o Mestre. Nesta caminhada, posso afirmar que tenho tido mais do que toda a ajuda necessária, por parte dos amigos que Deus tem colocado no meu caminho, da igreja e ministério locais, e do pastoreio de homens e mulheres de Deus. Sejamos gratos a Deus, pelos ajudadores que Ele coloca ao nosso lado, e perseveremos firmes com o nosso olhar em Jesus, o autor e consumador da nossa fé (Hb 12:2). Por isso, “fortalecei as mãos fracas, e firmai os joelhos trementes. Dizei aos turbados de coração: sede fortes, não temais; eis que o vosso Deus virá com vingança, com recompensa de Deus; Ele virá, e vos salvará.” (Is 35:3,4)
Fonte: Jornal “AD Porto Velho News” – Edição de Março/2011.

Dez Razões Porque é Errado Tirar a Vida de Crianças que Ainda Não Nasceram



Isto não é uma defesa à humanidade da criança não-nascida. É um argumento de que, se a criança não-nascida é humana, não deve ser abortada. Existem alguns abortistas que acreditam que a criança não-nascida é um ser humano. Mas estes médicos fazem abortos regularmente de qualquer forma, pois acreditam que tirar uma vida inocente, mesmo sendo algo trágico, é justificável devido às circunstâncias que enfrentam mãe e filho. Alguns destes médicos querem ser cristãos e bíblicos, e não vêem que sua prática é errada. Escrevi este pequeno texto para que estes médicos reconsiderem.

1. O Senhor ordenou, “Não matarás” (Êxodo 20:13).

Eu tenho consciência de que alguns assassinatos são endossados na Bíblia. A palavra “matar” em Êxodo 20:13 é, em hebreu, “rahaz”. É usada 43 vezes no Antigo Testamento hebreu. Sempre significa violência, matança que na verdade é assassinato. Nunca é usada com o sentido de matar na guerra ou (com uma exceção, Números 35:27) em execuções judiciais. Existe uma diferença clara entre a morte legal (sentença de morte) e o assassinato ilegal. Por exemplo, em Números 35:19, “O vingador do sangue matará o homicida.” A palavra “matará” vem de “rahaz” que é proibida nos Dez Mandamentos. A expressão “sentença de morte” é uma expressão geral para descrever as execuções legais.
Quando a Bíblia fala de algum assassinato que seja justificado, está se referindo a Deus partilhar alguns de seus direitos com as autoridades civis. Quando o estado age como preservador da justiça e da paz enviado por Deus, tem o direito de “fazer debalde a espada” como é citado em Romanos 13:1-7. Este direito do estado sempre é exercido para punir o mal, nunca para atacar o inocente (Romanos 13:4).
Portanto, “não matarás,” é uma denúncia clara e retumbante da matança de inocentes crianças ainda não-nascidas.

2. A destruição da vida humana concebida — seja ela embrionária, fetal ou viável — é uma violação da obra única de formar as pessoas que só Deus faz.

Podemos citar alguma coisa das Escrituras relacionada ao que está acontecendo quando uma vida que está no ventre é abortada? Salmos 139:13 diz: “Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe.”
O mínimo que podemos extrair deste texto é que a formação da vida de uma pessoa no ventre é uma obra de Deus. Deus é quem “possui” e quem “cobre”, nesta passagem. Além do mais podemos dizer que a formação de vida no ventre não é um mero processo mecânico, é algo semelhante à tecelagem ou até mesmo ao tricô: “cobriste-me no ventre de minha mãe.” A vida da criança ainda não nascida é a tecelagem de Deus, e o que ele está tecendo é um ser humano a sua semelhança, diferente de qualquer outra criatura no universo.
A outra passagem, menos conhecida, está no livro de Jó. Ele atesta nunca ter rejeitado os pedidos de seus serviçais, mesmo que naquela cultura as pessoas considerassem os serviçais meros objetos. O que merece atenção aqui é como Jó argumenta.
Jó 31:13-15 diz: “13)Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando eles contendiam comigo; 14)Então que faria eu quando Deus se levantasse? E, inquirindo a causa, que lhe responderia? 15) Aquele que me formou no ventre não o fez também a ele?Ou na nos formou do mesmo modo na madre?”
O versículo 15 nos dá a razão pela qual Jó seria culpado se ele tratasse um de seus serviçais de maneira desigual. A questão não é realmente o fato de que um nasceu livre e o outro nasceu na escravidão. A questão é anterior ao nascimento. Quando Jó e seus serviçais estavam sendo formados no ventre, o encarregado por este trabalho era Deus. Esta é a premissa das palavras de Jó.
Então ambos, Salmo 139 e Jó 31, dão ênfase ao fato de ser Deus o principal trabalhador — cuidador, formador, tecelão, criador — no processo de gestação. Por que isso é importante? É importante porque Deus é o único capaz de criar uma pessoa. As mães e os pais podem contribuir com um óvulo impessoal e com esperma impessoal, mas apenas Deus cria uma pessoa independente. Então, quando as Escrituras dão ênfase ao fato de que Deus é o cuidador e formador no ventre, deve-se destacar que tudo que acontece no ventre é obra de Deus, que é a formação de uma pessoa. Do ponto de vista bíblico, a gestação é a obra de Deus para formar uma pessoa.
Podemos ter uma discussão sem fim sobre o que é uma pessoa completa. Mas podemos dizer com muita confiança: o que está acontecendo no ventre é a obra de Deus para formar uma pessoa, e somente Deus sabe quão profunda e misteriosa é a criação de uma pessoa. Portanto, é arbitrário e injustificado presumir que com relação a qualquer parte tecida desta pessoa, sua destruição não será uma agressão às prerrogativas de Deus o Criador.
Em outras palavras: a destruição de uma vida humana — seja ela embrionária, fetal ou viável — é uma agressão ao trabalho único de formar pessoas, feito por Deus. O aborto é uma agressão a Deus, não só ao homem. Deus faz seu trabalho único no ventre desde o momento da concepção. Este é o testemunho claro do Salmo 139:13 e de Jó 31:15.

3. O aborto está relacionado com o que a Bíblia condena repetidamente: “derramar o sangue dos inocentes.”

  A expressão “sangue inocente” aparece cerca de 20 vezes na Bíblia. O contexto é sempre o mesmo: condena aqueles derramam o sangue ou adverte as pessoas para que não o façam. O sangue inocente inclui o sangue das crianças (Salmos 106:38). Jeremias coloca este assunto no contexto de estrangeiros, viúvas e órfãos: “Assim diz o Senhor: Exercei o juízo e a justiça, e livrai o espoliado da mão do opressor, e não oprimais ao estrangeiro nem ao órfão, nem à viúva; não façais violência, nem derrameis sangue inocentes neste lugar.” Com certeza o sangue da criança ainda não nascida é inocente.

4. A Bíblia freqüentemente expressa a alta prioridade que Deus coloca na proteção, abastecimento e defesa dos mais fracos e mais oprimidos membros da comunidade.

Por muitas e muitas vezes lemos sobre o estrangeiro, a viúva e o órfão. Esta é principal preocupação de Deus e deveria ser a principal preocupação de seu povo.
“O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás; pois estrangeiros fostes na terra do Egito. E nenhuma viúva ou órfão afligireis. Se de algum modo os afligires, e eles clamarem a mim, eu certamente ouvirei o seu clamor. E a minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos órfãos” (Êxodo 22:21-24).
“Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus, no seu lugar santo” (Salmo 68:5).
“Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios” (Salmos 82:3-4).
“Matam a viúva e o estrangeiro, e ao órfão tiram a vida.” “E trará sobre eles a sua própria iniqüidade; e os destruirá na sua própria malícia; o Senhor nosso Deus os destruirá” (Salmos 94: 6, 23).

5. Ao julgar uma vida humana difícil e trágica como mais maligna do que tirar uma vida, abortistas contradizem os ensinamentos bíblicos de que Deus ama mostrar seu poder de Graça através do sofrimento, não apenas ajudando as pessoas a evitarem o sofrimento.

Isso não quer dizer que devemos procurar o sofrimento para nós mesmos ou para os outros. Quer dizer que o sofrimento é retratado na Bíblia como necessário e ordenado por Deus, apesar de não agradar a Deus a difícil situação deste mundo arruinado (Romanos 8:20-25, Ezequiel 18:32), e especialmente aqueles que irão entrar no paraíso (Atos 14:22; Tessalonicenses 3:3-4) e vivem vidas de deuses (2 Timóteo 3:12). Este sofrimento nunca é visto como mera tragédia. Também é visto como meio para crescimento em Deus e meio para tornar-se forte nesta vida (Romanos 5:3-5; Tiago 1:3-4; Hebreus 12:3-11; 2 Coríntios 1:9; 4:7-12; 12:7-10), para tornar-se glorioso na vida que estará por vir (2 Coríntios 4:17; Romanos 8:18).
Quando abortistas argumentam que tirar uma vida é menos maldoso do que deixar sofrer, estão querendo ser mais sábios do que Deus, que nos ensinou que sua Graça é capaz de atos maravilhosos de amor através do sofrimento daqueles que vivem.

6. É um pecado justificar o aborto no fato de que todas estas crianças irão para o céu ou terão uma vida completa na sua ressurreição.

Esta é uma boa esperança quando o coração está partido por causa das penitências e está à procura de perdão. Mas é maldade justificar o ato de matar com a felicidade da eternidade daquele que irá morrer. A mesma justificativa poderia ser usada para matar crianças de 1 ano de idade, ou qualquer outra pessoa que acreditasse no paraíso. A Bíblia apresenta a seguinte questão: “Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde?” (Romanos 6:1). E também: “Façamos males para que venham bens?” (Romanos 3:8). Em ambos os casos ressoa um NÃO. É presunçoso tomar o lugar de Deus e querer controlar o céu ou o inferno. Nosso dever é obedecer a Deus, não querer ser Deus.

7. A Bíblia nos ordena a resgatar nosso vizinho da morte.

“Resgata aqueles que estão sendo levados pela morte; segure aqueles que se deparam com a matança. Se você disser, ‘Não sabemos disso’, será que Ele que conhece o coração das pessoas não irá perceber? Será que Ele, que vigia a sua alma, não saberá, e será que Ele não irá retribui o homem de acordo com o seu trabalho?”
Não existe razão cientifica, médica, social, moral ou religiosa para colocar a criança em uma classe tal que este texto não se aplique a ela. É uma desobediência a este texto abortar uma criança ainda não-nascida.

8. Abortar uma criança ainda não-nascida vai contra a repreensão de Jesus àqueles que desprezam as crianças como sendo não-dignas da atenção do Salvador.

“E traziam-lhe também meninos, para que ele lhes tocasse; e os discípulos, vendo isto repreendiam-nos. Mas Jesus, chamando-os para si, disse: ‘Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais porque dos tais é o reino de Deus’” (Lucas 18:15-16). A palavra meninos também é usada para denominar a criança não-nascida no ventre de Isabel em Lucas 1:41,44.
“E lançando mão de um menino, pô-lo no meio deles e, tomando-o nos seus braços, disse-lhes: ‘Qualquer que receber um destes meninos em meu nome, a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber, recebe, não a mim, mas ao que me enviou” (Marcos 9:36-37).

9. Cabe somente a Deus, o Criador, dar ou tirar uma vida humana. Não é nosso direito pessoal fazer esta escolha.

Quando Jó ficou sabendo que todos os seus filhos tinham sido mortos, ele ajoelhou-se para adorar ao Senhor, e disse: “Nu sai do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Jó, 1:21).
Quando Jó falou sobre vir do ventre de sua mãe, disse, “o Senhor deu.” E quando Jó falou em morrer, disse, “o Senhor o tomou.” Vida e morte são as prerrogativas de Deus. Ele é que dá e quem tira nesta vida. Não temos o direito de fazer escolhas pessoais sobre este assunto. Nosso dever é cuidar do que nos dá e usar isto em Sua glória.

10. Por fim, ter fé em Jesus Cristo traz o perdão e a consciência limpa e nos ajuda através da vida e para a eternidade. Cercados por um amor tão onipotente, cada seguidor de Jesus está livre da ganância e do medo que podem seduzir uma pessoa a procurar por estas verdades para obter riqueza e evitar a repreensão.

Insônia

O QUE É INSÔNIA?
Insônia é a condição caracterizada por dificuldade em pegar no sono, continuar dormindo após pegar no sono ou acordar muito cedo pela madrugada. Pessoas com insônia podem apresentar cansaço e sonolência durante o dia, assim como dificuldade de atenção e concentração na escola e no trabalho. A insônia pode afetar pessoas de todas as idades
TIPOS DE INSÔNIA:
A insônia pode ser classificada como transitória, aguda e crônica. 
 
*Transitória: dura até quatro semanas;
*Aguda: dura de quatro semanas a seis meses;
*Crônica: dificuldade para dormir todas as noites ou a maior parte das noites por mais que seis meses;

CAUSAS DE INSÔNIA: 
 
*
Estresse:
preocupações com trabalho, família, saúde, escola podem impedir a pessoa de relaxar e conciliar o sono;
*
Problemas de relacionamento:
dificuldade nas relações afetivas;
*
Ansiedade:
ansiedade severa, bem como ansiedade relacionada com o dia-a-dia, podem manter a pessoa alerta causando dificuldades para dormir;
*
Depressão:
pessoas com depressão podem dormir demais ou ter dificuldades para dormir;
*
Uso de remédios:
alguns medicamentos podem causar insônia em algumas pessoas, dentre eles: remédios para reduzir a pressão arterial; corticóides; anti-depressivos; remédios para perder peso; beta-bloqueadores; anti-alérgicos; remédios para gripe (descongestionantes); remédios para asma;
*
Fatores ambientais:
barulho (tráfego, aviões, televisão, fábrica); luz;
*
Uso de certas substâncias contendo:
cafeína; álcool; nicotina;
*
Irregularidade de horários:
mudanças de horário e períodos de trabalho, principalmente à noite, podem levar à insônia. Estabelecer uma rotina é um fator importante para evitar a insônia;
*
Inatividade física:
pessoas com estilo de vida sedentário podem apresentar dificuldades para dormir;
*
Insônia secundária à doenças:
hipertireoidismo; dor crônica; dificuldades de respirar; desordens gastrointestinais; hiperplasia prostática; apnéia do sono; problemas psiquiátricos; desidratação;
*
Comer demais tarde da noite:
pode causar desconforto ao deitar o que dificulta a pessoa a pegar no sono;

O QUE SE SENTE:
O principal sintoma é a dificuldade de pegar no sono e/ou continuar dormindo, ou acordar no meio da noite ou muito cedo pela manhã. Isto leva a uma diminuição no tempo e qualidade do sono que, por sua vez, podem levar aos seguintes sintomas secundários: 
 
*Levantar pela manhã sentindo-se cansado;
*Sentir-se cansado ou sonolento durante o dia;
*Apresentar problemas de concentração;
*Sentir-se ansioso, irritadiço ou deprimido;

QUANDO PROCURAR O MÉDICO?
O médico deve ser consultado quando a insônia estiver interferindo no seu dia-a-dia por um mês ou mais. O médico irá identificar as causas da insônia e como ela deve ser tratada.
COMO A INSÔNIA É DIAGNOSTICADA?
O médico normalmente diagnostica insônia baseado na história médica e de sono do paciente, no exame físico e, se a causa da insônia não for clara, pode fazer um estudo do sono do paciente que é chamado de polis-sonografia.
QUAIS AS COMPLICAÇÕES DA INSÔNIA?
A boa qualidade do sono é tão importante para a manutenção da saúde como é a boa alimentação e o exercício físico regular. Independente da causa que leva a uma pessoa à insônia, dormir menos e mal pode afetar o indivíduo física e mentalmente. O efeito é cumulativo e pessoas que sofrem de insônia têm maior pré-disposição para desenvolver doenças mentais, assim como doenças crônicas, tais como hipertensão e diabete. Além disso, má qualidade do sono pode levar a acidentes sérios e fatais.
COMO SE TRATA A INSÔNIA?
Mudanças de estilo de vida: visa a produzir hábitos saudáveis que facilitem pegar no sono e continuar dormindo, e evitem situações e substâncias que levam à dificuldade para dormir.
Ter uma rotina que facilite o relaxamento na hora de ir dormir. Inclui tomar um banho quente, ler, ouvir música suave.
Evitar exercícios, refeições pesadas ou bebidas alcoólicas próximos da hora de dormir.
Evitar luzes fortes, televisão, computador, brincar com animais de estimação. São fatores de estímulo que dificultam conciliar o sono.
Ir dormir a mesma hora todas as noites, e levantar no mesmo horário pela manhã. Modificações de horários e períodos de sono são prejudiciais para a regularidade do sono.
Terapias comportamentais: ensinam modos de tornar o ambiente próximo à hora de dormir mais propício ao sono. Estudos têm demonstrado que as terapias comportamentais podem ser tão efetivas quanto os remédios para dormir. São ministradas por especialistas. Elas podem também ser associadas com medicamentos prescritos pelo médico.
Terapias de relaxamento: inclui treino de relaxamento muscular, biofeedback, treinamento de descrição de imagens e hipnose. Visam reduzir a ansiedade e a tensão no momento de ir dormir.
Controle de estímulos: baseia-se no pressuposto de que a hora de dormir e o ambiente (quarto/cama) ficam associados à dificuldade de pegar no sono e com o tempo tornam-se referências que ajudam a manter a insônia. O objetivo do tratamento é re-associar o ambiente e a hora de dormir a tentativas bem sucedidas de pegar no sono.
Restrição de sono: visa a reduzir o tempo da pessoa na cama, adaptando o tempo de sono às necessidades individuais. É feito um registro dos tempos de sono da pessoa por vários dias. Com o passar do tempo, são feitas adaptações que tendem a aumentar o tempo médio em que a pessoa dorme.
Terapia cognitivo-comportamental: tem por objetivo desfazer crenças e interpretações sobre as reais necessidades de sono de cada indivíduo. Uma pessoa que necessite de 7 h de sono por dia e que acredite que se não tiver 8 h não ficará bem, ao tentar sistematicamente ter 8 h de sono pode estar criando um problema para si.
Medicamentos: Medicamentos para insônia ajudam a conciliar o sono mas podem produzir sensação de sonolência ou ressaca pela manhã. Médicos muitas vezes prescrevem remédios para dormir por uma ou duas semanas para ajudar a estabelecer um esquema regular de sono. O órgão regulador de medicamentos nos Estados Unidos (FDA) não aprova o uso continuo e por longos períodos de muitos medicamentos para insônia.
O uso de remédios naturais não é regulamentado devido a escassez de evidências científicas que dêem respaldo ao seu uso. A melatonina é um desses medicamentos. A melatonina tem demonstrado alguma efetividade na regularização do ciclo sono/vigília, porém faltam dados definitivos com respeito a sua eficácia no tratamento da insônia.
A utilização de qualquer abordagem para tratamento da insônia deve ser discutida com o seu médico. 

Você faria o mesmo ?

NaufrágioUm Pai com seu filho, junto com um amigo com o seu filho, estavam a  navegar num barco distante da costa do oceano Pacífico. De repente, sem que nada o prevesse, uma tempestade os surpreendeu e os seus esforços  para regressar à costa  foram inúteis. As ondas eram tão enormes que, apesar do pai ser um marinheiro com vasta experiência, não conseguia controlar a embarcação de nenhuma forma. De repente, uma gigantesca onda arrastou-os, empurrando os três para fora do barco: seu próprio filho, seu amigo e  o filho do seu amigo.

Rapidamente o pai atou um salva-vidas a uma corda para tomar a decisão mais difícil da sua vida: tinha que decidir a qual dos jovens atiraria a corda, ao seu filho ou ao filho do seu amigo. Era um assunto de segundos porque a água os levaria, sem remédio, à morte! O pai sabía que o seu filho era um bom cristão e que amava a Jeová. Do mesmo modo, também sabía que o filho do seu amigo não era cristão e nunca havia aprendido a amar a Jeová. A agonia da sua decisão não era oposição para a corrente marítima e as ondas gigantescas. O pai gritou ao seu filho: "amo-te", e atirou a corda com o salva-vidas ao filho do seu amigo. No momento em que trazia de volta ao barco o filho do seu amigo, seu filho já havia desaparecido na escuridão da noite, tragado pelo enfurecido mar. O seu corpo nunca foi encontrado.
O pai tinha a certeza que o seu filho sería recordado por Jeová, mas não podia suportar a ideia de que o filho do seu amigo não chegaria a conhecer a Jeová e saber das maravilhosas promessas que tinha para todos os que o servem e obedecem. Por isso, sacrificou a vida do seu querido filho, para salvar o filho do seu amigo.

Quão enorme é o amor de Deus porque fez o mesmo por todos nós. Nosso Pai Jeová, sacrificou o seu único filho para que pudessemos salvar-nos. Eu os encorajo a que aceiteis a sua oferta de nos resgatar, que nos apeguemos à "corda" da salvação que nos atirou a todos.

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