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Se amarrar o diabo funciona, têm alguém soltando!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

 
Se amarrar o diabo funciona, então estamos lutando com o ser errado, deveríamos estar lutando contra quem está soltando, não é mesmo?

Eu não tenho dúvida da vitória de um cristão (quando ele quer sair vitorioso). Porém, devemos entender que temos um inimigo que não se cansa de induzir-nos a desistir de nossas vitórias. Afinal esse é um de seus principais objetivos. Quando não desistimos, muitas vezes ficamos tristes e desmotivados com a vida, achamos que Deus não quer nada conosco; de qualquer forma, desistindo ou entristecendo-nos ele chega a seu objetivo, isso se deixarmos ser influenciado por ele. A fé nada mais é do que crer; ao crermos abrimos um campo para que de Deus possa trabalhar em nossos problemas, é como se autorizássemos Deus para agir em nossas vidas; Deus respeita nosso livre arbítrio. Em minha vida passei por situações muito difíceis, e a conclusão que cheguei é que tudo aconteceu porque simplesmente deixei, de certa forma, entendendo ou não (por ignorância ou infantilidade espiritual) que coisas acontecessem, abri a guarda e o diabo fez a feta. Não é assim que o versículo diz… Resistir ao diabo e ele fugirá de voz, resistir não significa “atacar o inimigo” como muitos têm ensinado por ai, quando fazemos isso, sem qualquer conhecimento apanhamos muito, saimos ensanguentados, e voltamos derrotados, perder cansa! Resistir ao diabo é ficar de pé, estar atento, a palavra resistir significa “colocar-se contra” ou “opor-se”, é um composto da preposição grega “anti”, que significa “ficar contra” contra algo ou alguém, e do verbo “histemi” que significa ficar de pé.

O que chego a conclusão que a obra é de Deus, a vitória não é nossa, não é mandando o inimigo ir embora ou amarrando o diabo que sairemos vitoriosos da luta. Se amarar funcionasse não haveria demonios nos pertubando, viveríamos num paraíso, se eles são amarrados como muitos pensam, então diga-me.. quem têm soltado? Olha a infantilidade espiritual ai gente!!!

Só sairemos vitoriosos se nos mantermos de pé, firme, atento ao que acontece em nosso redor; em Tiago 4.7 diz “Sujeitar-vos, portanto, a Deus; mas resisti o diabo, e ele fugirá de vós.”

Sujeitaivos significa sujeitar, nesse caso entregar a luta a Deus, e a palavra “resistir” na época falada aos sentinelas da guarda, para que ficassem atentos, de pé; sua responsabilidade era ficar vigiando, guardando o acampamento, sua função “não era atacar o inimigo”, se fizesse isso, muito provavelmente morreria sem conseguir avisar aos outros; a única coisa que deveria fazer era ficar de pé, acordado, atento as movimentações do inimigo, vendo alguma aproximação do inimigo ele estando de guarda e atento poderia avisar a tempo a tropa para que não fosse pega de surpresa.

Temos um inimigo atuante ainda nos dias de hoje; ele não está de braços cruzados esperando seu dia chegar; lembra-se do versículo “o diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar.” (1 Pedro 5.8); esse alguém que possa tragar é o desatento, o que não vigia, o que não fica firme, aquele que o vento leva pra onde quer ou o que sai como louco sem preparo algum, sozinho atacando o inimigo de qualquer jeito.
Cheguei a conclusão que não têm igreja, nem pastor, nem ninguém que possa lhe dar a vitória a não seu Deus; a única coisa que precisamos para sair vitoriosos é manter-se em pé, acordado, resistindo os pensamentos de derrota que o diabo tenta inserir em nossas mentes.
Fonte: Gospel Mais 

Nem tudo o que reluz e vidro



Um homem esperava para atravessar uma avenida quando um brilho na grama em que pisava chamou sua atenção. Deu uma olhada sem se abaixar e pensou: “Nem tudo que reluz é ouro… deve ser apenas um belo caco de vidro”, e foi-se embora.

Logo depois, outro homem, na mesma situação, abaixou-se, pegou a pedra meio suja e desconfiou que podia ter algum valor. Levou-a até um joalheiro de sua confiança, que, após limpá-la e restituir-lhe o brilho, informou-lhe tratar-se de um belíssimo e valioso diamante.


Pastor é assassinado com 6 tiros no Pará e fiéis protestam durante enterro

O Pastor José de Arimatéia da Silva Bastos, que foi assassinado com 6 tiros na cabeça no último dia 06/10, foi enterrado sob protestos de seus liderados do acampamento Canaã, no KM 19 da BR 316, onde vivem aproximadamente quatro mil pessoas.


O cortejo com o corpo do Pastor percorreu cerca de 15 km até Ananindeua, no Cemitério Recanto da Saudade, e seus liderados seguiram à pé, ao lado de um caminhão baú onde o corpo foi transportado. Durante o percurso, que levou seis horas para ser percorrido, os moradores do acampamento entoaram o Hino Nacional e levaram um cartaz onde se lia “Não queremos guerra, queremos terra”.

Um carro de som com conhecidos do Pastor acompanhou o trajeto, onde manifestantes exaltavam a liderança de Arimatéia e protestavam contra a morte do líder do acampamento Canaã. Levy Pantoja, um dos manifestantes, anunciou que o acampamento mudaria de nome, em homenagem ao Pastor, e passaria a se chamar “Acampamento José de Arimatéia”.

Os familiares de Arimatéia estavam inconsoláveis e revoltados. “Quem fez isso vai pagar, o sangue dele não foi derramado em vão”, afirmou a mãe do Pastor, Elvira da Silva Bastos. “Ele lutou muito por esses políticos e candidatos e nenhum apareceu para dar as condolências”, afirmou. Já a filha do Pastor, Caroline Costa Barros, afirmou que a polícia não tinha informações sobre a identidade do assassino ou sua localização, e que tinha certeza que o motivo do crime era terra: “Um rapaz ofereceu R$ 500 mil para ele sair (do assentamento) e convencer as pessoas também a saírem”.

Segundo informações repassadas ao Diário do Pará, dois homens abordaram Arimatéia na casa de um vizinho, onde ele jogava em um computador. O Pastor teria pedido para não ser morto dentro da casa, e foi levado para fora onde os assassinos o mataram. O vizinho não foi morto.


Fonte: Gospel+

A Mão do Oleiro

domingo, 16 de outubro de 2011


Texto: Jeremias 18:1-6

Introdução: Deus não comete erros.

Em 1502, em Florença, Itália, foi doado um grande bloco de mármore a uma igreja em Santa Maria, a igreja contratou imediatamente o que eles pensavam que era um profissional para esculpir a peça enorme de pedra. O homem era um profissional e, logo depois de iniciar a grande tarefa o homem perfurou um buraco na parte inferior e destruiu a magnífica peça de mármore. Então, a igreja decidiu apenas colocar um enorme lençol sobre ela não sabendo mais o que fazer, uma vez que o mármore tinha sido danificado além do reconhecimento e reparação. Um certo homem, chamado Michelangelo soube desta grande pedra e como ela havia sido destruída, por curiosidade, ele foi verificá-la e pensou: “Ei, eu acho que posso fazer alguma coisa aqui” Depois de um tempo ele começou a trabalhar e esculpir, e o que parecia ser uma causa perdida se tornou uma das maiores estátuas do personagem bíblico Davi já construída.

Muitas pessoas hoje sentem-se como uma gigantesca pedra de mármore -, talvez, golpeado e ferido – talvez sem substância – talvez alguém que tenha sido rejeitada por algumas pessoas.

Mas, nas mãos capazes do Senhor Deus Todo-Poderoso, você pode ser moldado em algo bonito.

Deus – O Oleiro Mestre – tem um jeito de pegar os restos e fazer algo belo.

Ele é o oleiro, nós somos o barro. Ele é o pastor, nós somos as ovelhas. Ele é o Mestre, nós somos os servos. Não importa o quão educados somos, não importa quanto poder e influência podemos pensar que possuímos, não importa quanto tempo temos andado sem Ele, não importa o quão insignificantes podemos nos imaginar para estar em seus planos, nada disso nos qualifica para compreender por que Ele faz o que ele faz quando o faz e como ele escolhe fazê-lo. A vontade de

Deus é um caminho além da nossa compreensão, mas é um caminho em que somos chamados a pensar e viver.

Deus sabe o que está fazendo por todos nós. Ele é o oleiro e nós somos Suas argila. Ele vai moldar-nos e fazer-nos, de modo que pode ser feito uma peça perfeita de trabalho para cumprir a Sua boa, agradável e perfeita vontade.

Hoje, ao estudarmos Jeremias 18, vemos três fases do barro na mão do oleiro.

Fase 1: A imagem de um vaso estragado. V. 4.
“Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu”

A. Deus usa a adversidade e as experiências negativas em sua vida para moldá-lo a semelhança de Cristo.

- Não é você quem forma Deus, é Deus quem forma você.

- Assim, pois, você é o mundo de Deus, esperando a mão do Artista.

- Quem faz todas as coisas no devido tempo

- Ofereça ao Oleiro seu coração, macio e formável,

- E mantenha o propósito em que Ele moldou você.

- Deixe seu barro estar úmido, para não endurecer, e perder a marca da mão do oleiro.

- Não gostamos de experiências na vida que criam cicatrizes.

- A dor. O luto. As lágrimas. As perguntas. O lamento.

- Encontramo-nos quebrados.

- Será que o quebrantamento é o primeiro passo para ser a pessoa que Deus quer que sejamos?

- Davi disse, como registado no Salmo 51:17, “Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus”

- Talvez a nossa oração devesse ser: “quebrantamento, quebrantamento, é o que eu desejo. Quebrantamento é o que eu preciso”

Fase 2: A imagem de um vaso que está sendo reformado. V. 4.

“Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu” .

A. Às vezes, as coisas precisam ser refeitas. Como você e eu

B. Deus – O Oleiro Mestre – sabe como tirar os erros da vida e reformá-lo em algo belo.

1. Há uma presença divina no trabalho em sua vida.

Quando você estiver viajando pela estrada da vida e, finalmente, permitir o Senhor assumir o volante, espere uma reviravolta.

2. Existe um propósito divino em ação em sua vida.

Às vezes, temos tudo misturado com o que nosso propósito na vida se trata.

Você já reparou que quando você tenta consertar as coisas que você não está qualificado a consertar, você se encontra em uma profunda confusão?

Há um propósito divino em ação em sua vida – Vamos deixar o Senhor tomar conta das coisas.

3. Existe uma paciência divina no trabalho em sua vida.

Ficamos frustrados na vida quando as coisas não acontecem na nossa tabela de tempo.

Acredito que uma das áreas de nossa paciência é testada quando estamos dirigindo.

O Senhor é paciente com você e eu

4. Será que precisamos aprender a ser paciente com a Sua obra em nós?

Fase 3: a imagem de um vaso útil. V. 4.

“Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu”

- V. 5. “Então, veio a mim a palavra do SENHOR:” (v.6) “Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel?

– diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel”

- II Timóteo 2:20-21 “Ora, numa grande casa não há somente utensílios de ouro e de prata; há também de madeira e de barro. Alguns, para honra; outros, porém, para desonra. Assim, pois, se alguém a si mesmo se purificar destes erros, será utensílio para honra, santificado e útil ao seu possuidor, estando preparado para toda boa obra”

- Meu amigo, Deus não comete erros.

- E você nunca estará cumprido na vida, até você permitir que Deus faça a obra em sua vida que precisa ser feita.

Conclusão: Como a palavra do Senhor veio a Jeremias, a palavra do Senhor vem a você hoje: “Como barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão”.

Pr. Aldenir Araújo
Fonte: Sermão Online

Um saco de pregos



Era uma vez um menininho que tinha um mau temperamento. Um dia o seu pai lhe deu um saco de pregos e mandou que ele pregasse um prego na porta do seu quarto cada vez que agisse movido pela raiva.

No primeiro dia, o menino pregou cinco. E o seu pai o aconselhou a ser mais calmo.

Nas semanas seguintes ele foi aprendendo a se controlar e o número de pregos diminuiu.

Depois de muitos dias e muitos pregos, finalmente o menino não ficou com raiva nem uma única vez e foi correndo contar para seu pai.
- Então, meu filho, agora que você aprendeu a se controlar, arranque todos os pregos da sua porta.

Depois de arrancá-los, o menino olhou para o pai e disse:
- Puxa, pai, como a porta ficou feia, toda esburacada.
- É meu fiho, é assim mesmo. Quando agimos movidos pela raiva, vamos deixando ferimentos profundos no coração das pessoas. Marcas difíceis de se apagar.


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