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Começa pré-venda do CD Aliança de André Valadão

segunda-feira, 28 de novembro de 2011



O cantor e pastor
 André Valadão anunciou por meio de seu canal no Twitter (@andrevaladao) o início da pré-venda do CD Aliança. O lançamento pode ser adquirido na loja virtual (www.lojaav.com) com frete grátis para todo o Brasil.


O CD Aliança foi gravado ao vivo com mais de seis mil pessoas, na Igreja Batista da Lagoinha, no princípio de novembro deste ano. O álbum marca uma nova fase na vida e carreira do cantor. “O ‘Aliança’ nasceu em uma noite em que o Senhor resgatou no meu coração a palavra escrita em Gênesis 9:11-13. Daquela noite nasceram a canções deste disco”, detalha André Valadão.
Entre as musicas do CD Aliança estão “Por Jesus”, “Tenho uma aliança”, “Banquete”, “Majestoso”, “Aliança”, “Nada vai me separar”, a regravação de “Águas Purificadoras” que ganhou uma nova roupagem musical entre outras.
A identidade visual do projeto foi assinado pela Imaginar Design responsável pelo conceito que também foi trabalho no site e redes sociais de André Valadão que disponibiliza wallpapers e ícones personalizados do Aliança. O CD vai estar disponível nas principais lojas do Brasil ainda no mês de dezembro deste ano!
Vídeos:


Ascensão e queda dos reinos do mundo

sábado, 26 de novembro de 2011

Referência: Daniel 8.1-27
INTRODUÇÃO
1. O tempo da visão – v. 1
• No ano terceiro de Belsazar, dois anos depois da visão do capítulo 7. A partir de agora, o livro volta a ser escrito em Hebraico, porque está diretamente ligado ao povo judeu. Este capítulo 8 é paralelo aos capítulos 2 e 7 de Daniel.
2. A natureza da visão – v. 1,2
• Essa visão não é um sonho como a do capítulo 7. Daniel foi transportado em espírito até Susã e foi transportado através do tempo.
3. O local da visão – v. 2
• Deus transportou Daniel a Susã não fisicamente, mas em espírito. Susã era o local onde havia o templo de Dagon. Era cidade importante mesmo depois da queda da Babilônia, onde os reis medo-persas residiam por três meses ao ano.
4. A abrangência da visão – v. 17,19,26
• A visão se refere ao tempo do fim (v. 17), ao tempo determinado do fim (v. 19), e a dias ainda muito distantes (v. 26).
• A visão é profética. É recebida no período da grande Babilônia e aponta para o surgimento e queda de dois grandes impérios: Medo-Persa e Grego.
• A visão fala do surgimento de um rei que é protótipo do anticristo escatológico (o pequeno chifre). Esse pequeno chifre do capítulo 8 é diferente do pequeno chifre do capítulo 7. O capítulo 7 fala do anticristo escatológico que emerge do quarto reino (Romano). O pequeno chifre do capítulo 8 emerge dos quatro reis oriundos da queda do grande rei grego, Alexandre Magno. Esse pequeno chifre é o maior protótipo do anticristo escatológico.

5. A reação ante a visão – v. 17,18,27

• Daniel ficou amedrontado e prostrado diante da visão de Gabriel, o agente de Deus que lhe revelou a interpretação da visão (v. 17).
• Daniel caiu sem sentidos, rosto em terra, quando Gabriel fala com ele. Aqui não é tanto o esplendor do anjo, mas o conteúdo da revelação: A queda da Babilônia.
• Daniel ficou fraco e enfermo diante dos fatos futuros que haveriam de vir.
• Essa visão prova que Deus é quem dirige a história. Ele está no comando.
I. A VISÃO DO CARNEIRO – V. 3-4,20
1. Tinha dois chifres – v. 3,20
• Esta é uma descrição do Império Medo-Persa que se levantaria para conquistar a Babilônia. Na mesma noite em que o rei Belsazar fazia uma festa, onde zombava dos vasos do templo, caía a poderosa Babilônia nas mãos dos medo-persas.
• O chifre mais alto é uma descrição do poder prevalecente dos persas na liderança do império. Siro, o grande tomou o lugar de Dario. Em 550 a.C., Siro tomou o controle da Média. Assim, se cumpriu a profecia.
• O carneiro persa derrotou a Babilônia e por algum tempo, tornou-se senhor do mundo. Mas Daniel viu sua ascensão e queda 210 anos antes do fato acontecer.
2. Era irresistível – v. 3,4
• A união dos medos e persas em um só império criou um exército poderoso que conquistou territórios para oeste (Babilônia, Síria e Ásia Menor), ao norte (Armênia) e ao sul (Egito e Etiópia).
3. Engrandeceu-se – v. 4
• Nenhum exército naqueles dias podia resistir ou deter o avanço do reino medo-persa. Isso levou esse reino tornar-se opulento, poderoso, cheio de soberba. Por isso, engrandeceu-se e aí estava a gênese da sua queda.
II. A VISÃO DO BODE – V. 5-8,21
1. A rapidez de suas conquistas – v. 5, 21
• Esse bode representa o império Grego (v. 21).
• As conquistas de Alexandre foram extensas e rápidas. Em apenas 13 anos conquistou todo o mundo conhecido de sua época.
• O império medo-persa foi desmantelado, dando lugar ao império grego.
• Em 334 Alexandre cruzou o estreito de Dardanelos e derrotou os Sátrapas. Pouco tempo depois venceu Dario III na batalha de Issos (333 a.C.). Em 331 venceu o grosso das forças medo-persas na famosa batalha de Gaugamela.
2. O poder do líder – v. 5
• Alexandre é descrito como O CHIFRE NOTÁVEL. Foi um líder forte, ousado, guerreiro. Era um homem irresistível. Um líder carismático, um homem de punho de aço.
3. O triunfo contra o carneiro – v. 6-7
• O poderio e a força de Alexandre são descritos na maneira em que enfrentou o carneiro: 1) Fere-o; 2) Quebra seus dois chifres; 3) Derruba-o na terra; 4) Pisoteia-o.
4. Engrandecimento e queda – v. 8
• O engrandecimento de um império é ao mesmo tempo prelúdio de sua queda e decadência. Quanto mais se aproxima o clímax do seu poder, tanto mais perto está também de seu fim. A Grécia não foi uma exceção (v. 8).
• O v. 8 profetiza a morte inesperada de Alexandre Magno na Babilônia em 323 a.C., exatamente quando ele queria reconstruir a cidade da Babilônia, contra a palavra profética de que a cidade jamais seria reconstruída.
• Com a sua morte, o Império Grego foi dividido em quatro partes, entre quatro reis: Casandro, Lisímaco, Ptolomeu e Selêuco. A profecia acerca de Alexandre cumpriu-se literalmente 200 anos depois da profecia dada a Daniel.
III. A VISÃO DO PEQUENO CHIFRE

1. Sua procedência – v. 8,9,22

• O pequeno chifre do capítulo 8 não deve ser confundido com o pequeno chifre do capítulo 7:8. A origem do 7:8 é o quarto império (Roma). A origem do 8:9 é o bode, o terceiro reino: O império Grego.
• O pequeno chifre do capítulo 8 é um personagem futuro e profético para Daniel, mas para nós, um personagem do passado, enquanto o pequeno chifre do capítulo 7:8 é um personagem escatológico para Daniel e para nós.
• O pequeno chifre de Daniel 8:9 é o principal precursor do anticristo escatológico. Principal porque muitos anticristos precursores do anticristo escatológico já passaram pelo mundo (1 Jo 2:18), mas nenhum reunia em si tantas características como este de Daniel 8:9.
• Este pequeno chifre do capítulo 8 é o rei selêucida Antíoco IV, chamado de Antíoco Epifânio, que reinou na Síria entre 175 a 163 a.C.
2. Sua megalomania – v. 11,25
• Ele se engrandeceu. No seu coração ele se engrandeceu. Antíoco declarou ser deus. Mandou cunhar moedas que de um lado tinha a sua efígie e do outro palavras: “Do rei Antíoco, o deus tornado visível que traz a vitória”.
3. Sua truculência – v. 9,10
• Alguns imperadores romanos identificaram-se com o anticristo como Nero e Domiciano, por exigirem adoração. Hitler pela sua feroz perseguição aos judeus. Outros governadores antigos e contemporâneos por perseguirem os cristãos como no regime comunista. Mas ninguém se assemelhou tanto como Antíoco Epifânio.
• Antíoco foi um feroz perseguidor dos judeus (Dn 8:24). Porque os fiéis judeus não se prostravam aos ídolos foram duramente perseguidos por ele. Calcula-se que 100.000 judeus foram mortos por ele.
• O anticristo escatológico também será implacável em sua perseguição aos cristãos (Ap 13:15).
4. Sua blasfêmia – v. 23-25
a) Será um usurpador – Como o anticristo vai querer usurpar o lugar de Cristo (oposto a – em lugar de), Antíoco também foi um usurpador. NO seu tempo a Palestina pertencia ao Egito dos Ptolomeus. Mas ele astuciosamente (Dn 8:23-25) aproveitou-se da divergência entre os judeus que estavam divididos em dois partidos, e levou-os a se aliarem a ele, rompendo com o Egito. Quando os judeus se aliaram a ele, ele os explorou e os perseguiu cruelmente até à morte.
b) Padronização da religião – O anticristo imporá uma única religião em seu reino e perseguirá e matará os que não se conformarem a ele (Ap 13:12,15). Antíoco fez isso em seu reino. A posse do livro Sagrado (VT) e a observância da lei de Deus era punidas com a morte. Muitos judeus foram mortos por se manterem fiéis.
c) Ele se levantará em tempo de grande apostasia – Assim como a apostasia do tempo do fim abrirá a porta para o anticristo (2 Ts 2:3-4), assim também muitos judeus haviam se afastado da lei de Deus e adotado costumes dos gentios (Dn 8:12,23). Deus castigou a Israel por causa dos seus pecados. Quando no fim dos tempos a humanidade estiver suficientemente corrompida, ela estará pronta para receber o anticristo.
d) A proibição dos sacrifícios e profanação do templo – Antíoco fez cessar os sacrifícios na Casa de Deus. Ele saqueou o templo e proibiu os sacrifícios em 169 a.C. (Ap 13:5). Por ordem de Antíoco o templo foi profanado da maneira mais vil, indecente e imoral. O santuário de Jerusalém foi chamado de TEMPLO DE JÚPTER OLÍMPICO. Ele profanou o templo ainda quando mandou matar sobre o altar um porco e borrifar o sangue e o excremento pelo santuário, obrigando os judeus a comerem a carne do porco sob ameaça de morte dentro do templo. Mandou edificar ainda altares e templos dedicados aos ídolos, sacrificando em seus altares porcos e reses imundas. Desta forma, esse rei tornou-se o maior protótipo do anticristo (Dn 9:27; Ap 13:5; 2 Ts 2:3-4). Ele blasfemou contra Deus, contra o culto e contra o povo de Deus.
5. Sua derrota – v. 25
• Antíoco foi queda sem o auxílio de mãos humanas (v. 25). Ele foi morto não em combate, mas por uma súbita doença, quando tentava saquear p templo de Diana em Elimaida, na Pérsia. O segundo livro de Macabeus diz que sua morte foi das mais horrorosas.
• A queda do anticristo será assim também. Não será morto num combate humano, mas pela manifestação da vinda de Cristo (2 Ts 2:8).
Rev. Hernandes Dias Lopes

Lençol sujo – Ilustração

 
Um casal, recém casados, mudou-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher olhou através da janela uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Aquela mulher esta pendurando lençóis sujos no varal? Acho que ela está precisando de um sabão novo, ou de alguém, como a minha mãe, que a ensine a lavar direito as suas roupas de cama!
O marido levantou-se, pegou um pano úmido e limpou os vidros da janela. “Milagrosamente”, os lençóis ficaram limpos. Eles riram muito e nunca mais ficaram reparando nos outros.

Igreja do Universo tenta provar que fumar maconha é uma prática religiosa aceitável



 
Um juiz do Tribunal Federal do Canadá não aceitou o pedido de reconhecimento do uso de maconha com fins religiosos.
Christopher Bennett afirma ser  sacerdote da “Igreja do Universo”, grupo sectário que acredita que a cannabis sativa (nome científico da maconha) é a “árvore da vida.” Ele tenta provar na justiça que as leis do Canadá desrespeitam os seus direitos religiosos.
Em sua detalhada decisão, num processo com 21 páginas, o juiz Michel Shore disse que Bennett não conseguiu provar que o consumo de maconha “tem qualquer ligação com a religião.” “Mesmo que o requerente alegue que sua prática é baseada na crença de que a cannabis é a árvore da vida, isso, por si só, não a torna uma prática religiosa”, escreveu o juiz.
Em uma entrevista recente, Bennett, 49, disse que vem usando maconha como um sacramento religioso por mais de 20 anos. Ele é um ex-”hippie-surfista” de Vancouver Island, que começou a fumar maconha quando tinha 12 anos.
Em 1990, entrou para uma seita chamada “Igreja do Universo”, depois de entender que a maconha lhe deu uma “revelação” de que a cannabis era a árvore da vida mencionada no Livro do Apocalipse.
“Foi um momento crucial em minha vida”, disse ele. “Não é apenas um chamariz. Ao ingerir cannabis, compartilhamos de uma consciência coletiva, o que é um aspecto de Deus. Essa é uma crença comum em inúmeras tradições místicas.”, defende-se Bennet , que diz ser um estudioso do assunto. Ele já escreveu três livros sobre o uso de cannabis em várias religiões e na história antiga e ele atua como um juiz em concursos que medem a qualidade de cannabis em vários lugares do mundo.
Ele é o dono da Urban Shaman, uma loja de Vancouver que vende “plantas mágicas e sagradas”, e faz participações no site, Pot.TV, que divulga vídeos relacionados à maconha.
Bennett começou seu confronto com o governo em fevereiro de 2009, quando escreveu ao ministro da Saúde alegando ser de “interesse público” na Lei de Substâncias Controladas a inclusão do uso da maconha por motivos religiosos. Seu pedido foi negado. Foi então que ele apelou para o Tribunal Federal para pedir uma segunda opinião.
Em sua decisão, o juiz Shore concluiu que o consumo de maconha era uma “opção de vida” secular, que não podia ser protegido pela legislação canadense sobre a liberdade de religião. O juiz reconhece que Bennett apresentou evidências volumosas sobre o uso religioso de cannabis ao longo da história, citando as práticas de uso da maconha pelos rastafaris e etíopes coptas, mas que essas informações eram “irrelevantes”.
O que precisava ser relevante, disse Shore, era saber se poderia comprovar que  o uso de maconha pode ser ligado a um sistema abrangente de fé e adoração. Neste ponto, afirmou o juiz, Bennett não produziu “quase nenhuma evidência” para mostrar uma conexão. Seu único argumento foi dizer, repetidas vezes, que isso lhe ajuda a “conectar-se com o divino.”
Os dois acadêmicos que Bennett apresentou como suas testemunhas também não puderam oferecer nenhuma evidência relevante, finalizou o juiz.
Bennett tentou argumentar que sua liberdade e direitos de igualdade seriam violados se ele não recebesse a isenção, lembrando que alguns canadenses podem ter acesso legalmente a maconha por razões médicas. Além disso, usuários de drogas injetáveis ​​em Vancouver podem fazer uso delas em locais determinados pelo governo como o Insite.
A palavra final do juiz foi que essas exceções foram concedidas porque protegem a saúde e a segurança pública, nada tendo a ver com religião. Coincidentemente, o juiz Michale Shore também escreveu livros sobre religiões e espiritualidade.
Bennett e a Igreja do Universo não se deram por vencidos e vão apelar novamente da decisão.
“É claramente uma discriminação religiosa”, disse ele, citando que no Google as palavras “Jesus” e “cannabis”, aparecem juntas em milhares de links. Um dos ensinamentos da Igreja é que a Bíblia se refere à cannabis em várias passagens, como Êxodo 30:23, que fala do óleo da unção dos sacerdotes. Para eles, a tradução mais correta do termo “Kaneh-Bosum” não é “cálamo”, mas sim “cânhamo”, outro nome da cannabis.
Em seus escritos, a Igreja do Universo defende que usar cannabis é parte do ensinamento bíblico e que as propriedades curativas da planta são inegáveis. Para a seita, como o óleo da unção continha cannabis em sua composição, foi usado por Jesus e depois pelos apóstolos quando oravam por cura e ungiam os doentes.
Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de National Post e Cannabis Culture

Central gospel pretende vender 500 mil CDs de Jotta A



Fenômeno da música gospel em 2011, o cantor Jotta A. assinou neste mês contrato com a Central Gospel, gravadora do pastor Silas Malafaia. O lançamento do CD do garoto será em 2012 com uma tiragem bastante ousada: 500 mil cópias, segundo noticiou Lauro Jardim em sua coluna na Revista Veja.
No Brasil a marca de meio milhão de CDs só é alcançada por artistas como Paula Fernandes e Padre Marcelo Rossi. Entretanto no meio gospel a margem não é muito distante, pois só a cantora Aline Barros alcançou em 2011 mais de 360 mil cópias do CD “Extraordinário Amor de Deus”.
O jornalista pontua também que o vencedor do quadro “Jovens Talentos Kids” do Programa Raul Gil chegou a receber uma proposta da Sony Music, o valor oferecido para Jotta A. seria de um milhão de reais, mas ele não aceitou.
Neste CD a ser lançado pela Central Gospel terá algumas versões de músicas conhecidas em inglês e português, uma música escrita pela cantora Eyshila e também canções compostas pelo próprio cantor que tem apenas 14 anos.

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