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Reflexão Cristã: Más Companhias ….

segunda-feira, 1 de agosto de 2011


“Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes” (1 Coríntios 15:33).
Um fazendeiro, enfrentando problemas com corvos em suas plantações de milho, carregou sua espingarda e rastejou sem ser visto pelo canto da cerca determinado a atirar contra os pássaros em sua plantação. O fazendeiro possuía um papagaio muito “sociável”, que fazia amizade com todo mundo. Vendo o bando de corvos, o papagaio voou e juntou-se a eles (apenas sendo sociável, é claro). O fazendeiro viu os corvos mas não viu o papagaio. Ele fez cuidadosa pontaria e atirou! O fazendeiro se levantou por trás da cerca para pegar os corvos caídos, e lá estava seu papagaio, arrepiado, com uma asa quebrada, mas ainda vivo. Ternamente, o fazendeiro levou o papagaio para casa, onde seus filhos o encontraram. Vendo que seu bicho de estimação estava ferido, chorando, perguntaram: “O que aconteceu, Papai?” Antes que ele respondesse, o papagaio falou mais alto: “MÁS COMPANHIAS!”
Um dos grandes motivos de crise no seio de nossas famílias consiste na falta de cuidado em relação às companhias às quais nos associamos. Maridos que deixam as esposas em casa para noitadas com colegas nos bares, esposas que se esquecem dos afazeres do lar em casa de vizinhas, filhos que se enveredam pelas estradas tortuosas desse mundo, adquirindo vícios que afligem e destróem a vida tranquila do lar.
É claro que devemos viver em perfeita comunhão com todos.
Fazer amigos e amar ao próximo é condição indispensável para uma vida plena e agradável. Mas é preciso que compreendamos que estamos no mundo mas não somos do mundo. Amamos aqueles que estão no mundo mas não precisamos fazer tudo que eles fazem. A Palavra de Deus nos diz que “todas as coisas nos são lícitas, mas nem todas as coisas convêm.
O Senhor nos mandou iluminar o mundo e não deixar-nos apagar por ele. Devemos ser exemplos para melhorar o mundo e não um mau testemunho para levá-lo à perdição.
Você tem tomado cuidado com suas companhias?

Como uma manada de Elefantes

Na savana africana, quando um leão ruge, os antílopes que estão por perto correm o máximo que podem, até ficarem fora de perigo. Os elefantes, no entanto, dão um exemplo de apoio mútuo. O livro Elephants—Gentle Giants of Africa and Asia (Elefantes — Gigantes Dóceis da África e da Ásia) explica: "Um meio de defesa de uma típica manada de elefantes é ficar posicionados formando um círculo, com os adultos na parte de fora, encarando a ameaça, e os animais novos protegidos dentro do círculo." Confrontados com tal manifestação de força e de apoio mútuo, mesmo os filhotes raramente são atacados por leões.
16 Quando somos ameaçados por Satanás e seus demônios, de modo similar temos de ficar juntos, ombro a ombro com nossos irmãos que são fortes na fé. Paulo reconheceu que certos irmãos foram para ele "um auxílio fortificante" durante o seu encarceramento em Roma. (Colossenses 4:10, 11) A palavra grega traduzida "um auxílio fortificante" ocorre apenas uma vez nas Escrituras Gregas Cristãs. Segundo o Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento, de Vine), "uma forma verbal da palavra refere-se a remédios que aliviam irritação". Assim como uma pomada sedativa, o apoio de adoradores de Jeová maduros pode aliviar a dor causada por sofrimento emocional ou físico.


Fonte: Revista A Sentinela - Anunciando o Reino de Jeová, pág. 13, pár. 15-16

A Parábola dos Trabalhadores

de Max Lucado
Mais uma vez, Deus deseja que compreendamos a mensagem: Ele nutre um sentimento especial para com os excluídos. O que a sociedade rejeita, Deus aceita. O que o mundo considera perdido, Deus recolhe. Foi por isso que Jesus contou a história dos trabalhadores escolhidos. É a primeira história de sua última semana. É a última história que ele contará antes de entrar em Jerusalém. Assim que atravessar os muros da cidade, Jesus se tornará um homem condenado. A ampulheta será virada e a contagem regressiva e o caos terão início.
Mas ele não está em Jerusalém. E não fala a seus inimigos. Está na zona rural de Jericó e com seus amigos. E é para esses amigos que Ele conta esta parábola.
Um proprietário de terras necessita de trabalhadores. Às seis horas ele contrata um grupo; todos concordam com o salário e são enviados ao local de trabalho. Às nove horas ele volta à agência de empregos e contrata mais alguns. E ao meio-dia ele volta, e às 15 horas torna a voltar, e às 17 horas... você já sabe. Volta outra vez.
O ponto principal da parábola é a raiva daqueles que trabalharam doze horas em relação aos demais que receberam salário igual. Essa é uma mensagem muito importante, mas será deixada para um outro livro.
Desejo ressaltar um aspecto quase sempre esquecido nessa história: a escolha. Você consegue compreender? Aconteceu às nove horas. Aconteceu ao meio-dia. Aconteceu às 15 horas. E o mais impressionante, aconteceu às 17 horas.
Cinco horas da tarde. Diga-me uma coisa: o que faz um trabalhador às 17 horas? A maior parte do serviço já foi feita. Os trabalhadores medíocres chegaram na hora do almoço. Os últimos aproveitáveis chegaram às 15 horas. Que tipo de trabalhador é deixado para ser escolhido às 17 horas?
Não fizeram nada o dia todo. São inexperientes. Despreparados. Incultos. Estão pendurados no degrau mais baixo da escada. São total-mente dependentes de um patrão misericordioso para lhes dar uma oportunidade que não esperavam.
A propósito, somos iguais a eles. Deixando de lado um pouco do orgulho, devemos aceitar o conselho de Paulo e analisar o que éramos quando Deus nos chamou.' Você se lembra?
Alguns de nós eram educados e espertos, mas franzinos como papel machê. Outros sequer tentavam esconder o desespero. Sorvíamos o desespero. Cheirávamos o desespero. Matávamos o desespero. Vendíamos o desespero. A vida era uma busca de emoções. Estávamos à procura de um tesouro dentro de um baú vazio em um beco sem saída.
Você se lembra de como se sentia? Lembra-se do quanto transpirava de angústia em sua alma? Lembra-se de como se esforçava para ocultar a solidão até ela ficar maior do que você, e a partir de então tentava apenas sobreviver?
Atenha-se a essa cena por alguns instantes. Agora responda: por que ele escolheu você? Por que ele me escolheu? Honestamente. Por quê? O que nós temos que possa interessar a ele?
Intelecto? Francamente, será que chegamos a pensar por um minuto que temos ou, quem sabe, teremos — um pensamento que ele não tenha tido?
Determinação? Posso respeitar isso. Podemos ser obstinados a ponto de caminhar sobre a água se formos chamados a fazer isso... mas será que o reino de Deus teria sucumbido sem nossa determinação?
E que tal dinheiro? Entramos no reino com um pequeno pé-de-meia. Talvez seja por isso que fomos escolhidos. Talvez o criador do céu e da terra pudesse fazer uso de um pouco do nosso dinheiro. Quem sabe o dono de todos os seres vivos e de todas as pessoas e também autor da História estivesse necessitando de algum capital e tenha vislumbrado em nós alguma possibilidade...
Entendeu o sentido?
Fomos escolhidos pelos mesmos motivos que os trabalhadores das 17 horas foram. Você e eu? Somos os trabalhadores das 17 horas.
Somos nós que nos encostamos na cerca do pomar fumando cigarros pelos quais não podemos pagar e apostando em um joguinho qualquer algumas cervejas que não temos condições de comprar. Trabalhadores migrantes, sem emprego e sem futuro. Na tatuagem em seu braço lê-se "Betty". Na tatuagem em meu bíceps não há nome de ninguém mas os quadris dela se projetam quando flexiono o braço. Deveríamos poder ir para casa após o apito da hora do almoço, mas nossa casa é apenas uma moradia de um cômodo onde há uma esposa nos aguardando e cuja primeira pergunta será: "Você conseguiu ou não?"
E assim esperamos. Os pequenos demais, os velhos demais.
E Jesus? Bem, Jesus é aquele motorista da camioneta preta, proprietário das terras na encosta da colina. Ele é o homem que nos viu na estrada quando passava por nós, deixando um rastro de pó atrás de si. Ele é aquele que parou a camioneta, deu marcha a ré e se aproximou de onde estávamos.
É sobre ele que você conversará com sua esposa esta noite enquanto caminha até a mercearia com alguns trocados no bolso. "Nunca tinha visto esse camarada antes. Ele parou, abriu o vidro da camioneta e perguntou se queríamos trabalhar. O dia já estava terminando, mas ele nos disse que tinha um serviço urgente. Juro, Martha, trabalhei apenas uma hora e ele me pagou o dia integral."
"Não, não sei seu nome."
"É claro que vou procurar saber. Bom demais para ser verdade, aquele camarada."
Por que ele escolheu você? Porque quis. Afinal de contas, você pertence a ele. Foi ele quem fez você. Ele o levou até sua casa. Ele é seu dono. E certa vez, ele deu-lhe um tapinha no ombro e o fez lembrar daquele fato. Não importa quanto tempo você esperou nem quanto tempo perdeu; você lhe pertence e ele tem um lugar para você.

Polêmica: Lady Gaga afirma que se tornará pastora para celebrar casamento gay



Lady Gaga revelou que quer ser ordenada pastora para poder casar duas amigas lésbicas.
A cantora disse que tomou a decisão depois da lei dos casamentos homossexuais ter sido aprovada no estado de Nova Iorque, no passado dia 24 de Junho.
Em entrevista a uma estação de rádio, Gaga explicou: “A minha instrutora de yoga, a Trisha, que é lésbica, vive com a sua companheira há vários anos e têm uma filha linda. Elas pediram-me para casa-las. Portanto sim, vou faze-lo.”
A cantora disse ainda que o casal “já tinha esperado demasiado tempo para poder legitimar o seu amor”.
Gaga, que esteve a semana passada no Nebraska a gravar o próximo videoclip, “You And I”, acrescentou ainda: «Acho que, para mim, enquanto activista, o mais importante é ser positiva e ficar feliz com os pequenos passos que vamos dando ao encontro da igualdade. (…) Vou continuar a lutar pelos nossos direitos.»
Fonte: MyWay

Aleitamento Natural X Aleitamento Artificial

sábado, 30 de julho de 2011

O ideal é que o bebê seja amamentado, exclusivamente, no peito por pelo menos 6 meses, pois desta forma haverá: 

*trabalho dos músculos dos lábios, língua e face, facilitando a elevação da língua e o vedamento dos lábios.
*preparação da musculatura para futura mastigação.
*reforço da respiração nasal.
*preparação dos músculos para boa mobilidade na produção dos sons da fala.
*desenvolvimento do terço inferior da face e da maxila, para bom posicionamento dos dentes.
*crescimento da mandíbula,entre outros benefícios.
Estamos falando do que é ideal, mas nem sempre o ideal é possível. Nem sempre a realidade da vida das mulheres permite que isso aconteça; então, muitas vezes entra em campo a tão famosa mamadeira. Que nem de longe se compara ao seio materno, tanto em forma como em função. Algumas até que tentam se aproximar, mas não é possível criar forma, consistência e matéria prima tão perfeita quanto o peito da mãe, não é ?
Para saber um pouco mais sobre estas diferenças, a seguir vamos traçar paralelos entre estas duas formas de alimentação.
MAMADEIRA X PEITO
Uma das principais diferenças entre a mamadeira e o peito é a proctabilidade, ou capacidade de distensão, de elasticidade, de um e outro. Os bicos de borracha (fig. 1) são significamente menos elásticos que o bico natural (fig. 2), portanto não se amoldam à boca da criança como deveriam, impedindo o bom posicionamento e trabalho da língua. 
Fig. 1 - amamentação na mamadeira
( "SOS Respirador Bucal", Gabriela Dorothy de Carvalho, pág. 226, fig. 13.12 ) 
amamentação na mamadeira
A - Posição da língua no bico fisiológico B - posição da língua no bico Ortodôntico 
Nos dois casos (A e B ) observar a posição da língua e comparar com a fig 2. 
Fig. 2 - amamentação no peito
("SOS Respirador Bucal", Gabriela Dorothy de Carvalho, pág. 235, fig. 13.14 ) 
amamentação no peito
A,B,C,D e E sequência de posicionamento da língua na ordenha, mostrando a passagem da onda peristáltica que conduz o leite por toda a extensão do mamilo. 
 
*Outra diferença é como a criança abocanha o bico, chamamos isso de "pega". Na "pega" avaliamos como os lábios são utilizados para promover o vedamento entre lábios e bico, para que a amamentação possa ocorrer. No aleitamento natural os maiores responsáveis por uma boa "pega" são o lábio superior e a abertura adequada da boca, que faz com que todos os músculos da boca funcionem em equilíbrio. Já no aleitamento artificial é o lábio inferior que atua mais intensamente e a abertura de boca não acontece na amplitude necessária causando desequilíbrio dos músculos e, portanto, desequilíbrio da função sucção.
*Durante a "pega" do mamilo, ocorre um alongamento adequado do mesmo e ele toma a forma da cavidade bucal do bebê, fazendo com que haja correto posicionamento e funcionamento da língua (fig.2 A - E). Já na "pega" do bico da mamadeira, a boca se adapta a ele, pois é feito de material (silicone ou látex) rígido e não pode ser alterado. Nesse caso, a língua não terá condições de posicionar-se e trabalhar corretamente e, como consequência, teremos uma língua flácida, sem tonicidade suficiente para manter-se dentro da boca.
*Uma outra diferença é a maneira como a criança extrai o leite do bico. No aleitamento natural o leite é extraído por meio de movimentos anteroposteriores da mandíbula, realizados por determinados grupos musculares. Esses movimentos são os responsáveis por produzir o crescimento e desenvolvimento da mandíbula, preparando os músculos para que no futuro a criança possa mastigar alimentos com todos os graus de consistência. Na amamentação artificial estes mesmos grupos musculares são praticamente ignorados, não realizando nem 30% do seu potencial. Consequentemente, não existe estímulo de crescimento e desenvolvimento mandibular e, com isso, a criança manterá o retrognatismo fisiológico (queixo para trás, fig. 3 e 4), além do que a musculatura responsável pela futura mastigação não será tonificada, portanto sem o preparo adequado.


Fig. 3 e 4 - Retrognatismo Fisiológico (queixo para trás)
Retrognatismo Fisiológico

*O processo da deglutição (ato de engolir), na mamadeira distingue-se completamente da deglutição no peito. No peito a coordenação dos movimentos da língua, seu correto posicionamento enquanto descansa e enquanto trabalha, o local onde o leite é depositado farão com que a deglutição ocorra normalmente. Ao contrário, na mamadeira onde os grupos musculares utilizados não são os que deveriam ser, a língua não é bem posicionada e o leite extraído sendo depositado em local que favorece engasgos, favorece o processo alterado da deglutição.
*A criança amamentada no peito precisa em média de 10 a 20 minutos em cada um deles para se satisfazer por completo. Desta forma, ela estará alimentada, terá sua musculatura exercitada e terá suas necessidades afetivas e neurológicas supridas. Uma criança amamentada na mamadeira precisa em média de 5 a 7 minutos para ingerir o leite (aproximadamente 180 ml), tempo suficiente para satisfazer suas necessidades nutricionais, mas tempo insuficiente para satisfazer as necessidades anteriormente referidas.
*Uma última diferença é que o tempo maior no peito permite que o estômago digira com mais facilidade o leite, pois apresenta pré-digestão intrabucal. O leite ingerido em pequenas quantidades também é digerido por partes, não apresentando, portanto, grande distensão estomacal. A ingestão rápida na mamadeira promove distensão rápida das paredes do estômago, podendo provocar diarreias e cólicas.
Está claro que amamentar o bebê no peito só traz vantagens, não é?
Na realidade, esta é a melhor opção, mas caso isso não possa ocorrer, existem orientações da melhor forma de alimentar seu bebê através da mamadeira, causando o mínimo de danos possíveis. 

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