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Não existe impossivel

terça-feira, 1 de março de 2011

Todos nós temos sonhos profundos, alguns ate acham que seus sonhos são absurdos mas de fato nunca vamos deixar de lado esse desejo de realiza-lo.
Vou hoje contar para vocês como um sonho pode se realizar, sim eu também tenho um sonho, mas com essas coisas incríveis que vou contar posso dizer que meu sonho vai se realizar.

Deus cuida desde o espiritual ao material, eu tenho uma prova sobre isso:
Bem o computador é uma máquina e sabemos que ela tem problemas as determinados momentos. Eu era um leigo em PCs, quando acontecia um travamento eu simplesmente entrava em pânico e ainda mais com a pressão do meu pai que não queria chamar um profissional, queria que eu resolvesse tudo.
Bem amigos teve uma época que o PC não ligava! toda vez ele ligava com três "apitos" muito irritantes e não saía disso! Eu não sabia de nada, desligava ligava e sempre a mesma coisa. Sabe eu pensava: "Meu Deus, meu pai não quer chamar um profissional. O que eu vou fazer? Sera que vou ficar assim pra sempre?!"
Amigos, era todo dia assim. Ligava e desligava. As minhas esperanças estavam se esgotando. Eu pensei acho que ele deve voltar sozinho. No domingo depois do culto ele voltou! Sim, voltou ao normal do nada! Eu fiquei muito feliz! Claro, Deus sabe a pressão que eu passei para "concertar" aquilo.

Conclusão: Fiz um curso de informatica e fui convidado para ser estagiario! Graças à Deus fui o estagiário mais jovem de manutenção de computadores daquela empresa. Sinto orgulho disso! Eu ganhei experiência e sei como resolver esse problema que havia passado.
Eu digo com todas as letras, JAMAIS aquele computador ia voltar ao normal sem uma manutenção! Os três apitos indicam que não esta lendo a memória, o procedimento a ser feito seria uma limpeza adequada no compartimento pois alguma poeira podia estar atrapalhando a leitura dos dados da placa. 
Em vez disso o PC voltou do nada! Depois do culto em que eu orei para Deus para voltar ao normal porque eu não sabia como proceder como aquilo. Depois de quando eu disse para Deus que quando chegasse em casa, que ele usasse minhas mãos e fizesse um milagre! Pois era disso aa minha única esperança...
Quando cheguei em casa eu ajoelhei com o rosto no chão e pedi para deus repreender o que  NÃO é dele daquela máquina. Eu encostei minhas mãos, com as esperanças esgotadas, com medo de mais uma vez não dar certo, eu falei: "Senhor, aqui estou. Toma seu lugar, eu não sei o que fazer. Mais sei que o Senhor pode fazer um milagre aqui".
Eu aperto o botão e ele funciona sem algum erro!

Isso não foi so dessa vez! São incontáveis os problemas que o PC teve de erros, problemas, travamentos e voltava sozinho! Era uma máquina sim, mas eu impus minha fe nesse objetivo e obtive minha vitória.
Faça o mesmo com seus sonhos, não olhe o que esta na frente. Mire no seu alvo, na sua meta 
e tenha certeza que Deus vai te ajudar a realiza-lo!

Meu nome é Henrique Oliveira e eu sou um
Amigo de Deus.


A cor da pureza


Em razão das drogas, um bebezinho negro foi abandonado por sua mãe em uma caixa de papelão que estava em um lixão próximo a sua casa…
O bebezinho passou toda a noite chorando de frio, fome e pelas picadas dos insetos.
Na manhã seguinte, o caminhão do lixo chegou e enquanto um coletor carregava o lixo até o caminhão, o outro apertava o botão que prensava todo aquele lixo.
Enquanto conversavam, o coletor de lixo pegou aquela caixa de papelão e colocou no caminhão…
De repente, um grito:
- Pare! Desligue a prensa! Eu ouvi um choro de bebê…
A partir deste instante, o bebê foi levado para o hospital e foi muito bem tratado…
Havia neste hospital uma assistente social branca, que se apaixonou por aquele bebezinho negro tão sofrido e desamparado.
Tempos depois, ela conseguiu adotá-lo, embora já tivesse uma filha de 5 anos de idade.
O tempo passou… passou.. e aquele bebezinho completou 5 anos.
Num certo dia, ele estava brincando com sua irmã que já havia completado 10 anos de idade, quando, num certo momento, ela pegou nas mãos dele… olhou… olhou… e depois, olhou para a sua mão… olhou… olhou… e depois, colocou a mão dele sobre a mão dela e perguntou para o menininho:
- Você tá vendo a sua mão em cima da minha?
- Tô sim! respondeu ele.
- Qual a diferença entre elas? perguntou ela…
O menininho olhou pra ela, deu um sorriso e disse:
- Ah, essa pergunta é fácil responder:
- Minha mão é menor!!!
A irmã sorriu e deu um beijo nele!
Você, que imaginou outra resposta antes de ler, compreendeu a MORAL DA HISTÓRIA?

O Monge e o Rato

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Blog de marceloramos :Entre amigos, O Monge e o Ratinho

Um monge, com muitos anos de vida e meditação, certa vez ao procurar um local bem ermo para que pudesse ficar só com seus pensamentos, encontrou, numa montanha bem afastada da cidade, uma caverna bem escura. Levando lanternas e alimentos, foi para o interior da caverna e ali ficou durante um tempo, meditando. De repente foi “despertado” de sua meditação por um ratinho que passou correndo e mordiscou sua sandália. O monge, muito irritado, abriu os olhos e gritou para o rato: “Por que está me perturbando?”

O ratinho respondeu para o monge: “Estou com fome”.

Vá embora, rato bobo”, repreendeu-o o monge. E continuou: “Você não vê que estou buscando a união com Deus. Como pode pensar em me perturbar?

O ratinho, na sua pequenez respondeu ao monge, ensinando-lhe uma preciosa lição a aquele que se julgava sábio: “Como pretende tornar-se um com Deus, se não consegue sequer tornar-se um comigo?

Reflexão – Muitos de nós, que de alguma forma estamos – ou pensamos – estar em sintonia com Deus e suas coisas, não nos damos conta dos “ratinhos” que nos cercam, e que de nós precisam, muitas vezes, por diversos motivos, grandes ou pequenos. Precisamos descobrir – e viver essa descoberta – que para tornar-se um com Deus é preciso, em primeiro lugar, tornar-se um com o próximo, tenha este próximo a cor, a religião, a opção de vida, a raça ou qualquer outra forma de pensamento ou vida, que contradiga nossas opções.

Só assim, um com o próximo, seremos um com Deus. Lembre-se...

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar silêncios.

É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar.

É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração.

É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor.

É fácil sentir amor, difícil é conter sua força.

Somos amigos de Deus de verdade?

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Muitos acham bela a vida de cristão, acham que não temos problemas, não temos aflições... Acham que por sermos amigos de Deus somos seres sempre felizes que tudo é um mar de rosas!

Isso é um ilusão! Saiba meu caro leitor que a quando somos amigos de Deus somos inimigos do mundo! Somos odiados muitas vezes para depois, muito depois mesmo as pessoas verem como somos de verdade.

Para o mundo somos um perigo, uma corja... Por isso tamanho ódio sobre os cristãos. Nem digo por saber que somos cristãos, muitas vezes nem sabem... Mas quando somos "Amigos de Deus" o mundo ja percebe a luz que ha dentro de nós e isso incomoda, e muito ás trevas.
Sabe aquela pessoa que nem te conhece ao ver você te pergunta: "Você é crente?" então essa pessoa vê a luz que existe dentro de cada "Amigo de Deus" e percebe como o modo de andar, agir, falar é diferente da maneira mundana.

Mas será que somos realmente amigos de Deus?
Para sermos amigos de Deus e formos aprovados como servos fieis á ele devemos atender 10 mandamentos, ou somente 2   que resumem tudo: "Amar o próximo" e "Adorar á Deus acima de todas as coisas"

Amar ao próximo como a sí mesmo -  Você ama seu companheiro? Sabe aquele cara que implica com você toda vez que te vê? Quantas vezes você não pensou em xingar, bater ou simplesmente mandar ele "pro inferno" em pensamento?
Apenas uma frase, mas que integra uma série de ações. Temos que amar quem nos odeia! Na verdade ninguem nos odeia, somente á luz de Deus em nossas almas incomoda o mundo!
Deus nos diz que a nossa guerra não é com a carne e sim com o espírito. Isso nos leva a entender que o espirito daquela pessoa esta sendo dominado pela forças das trevas. Mostrarmos nossa diferença faz com que essa pessoa veja a luz de Deus em nossas vidas e como Deus faz o impossível. 
Sabe, eu ja tive inúmeros inimigos na escola... Era literalmente humilhado, xingado. Ninguem me batia, mas as palavras cortavam meu coração como a ponta de uma faca! Eu passei por dificuldades e fiquei á beira de perder o ano. Eles comemoravam: "O senhor certinho vai ser reprovado" Deus fez eu entender em 2 semanas um conteúdo extenso e de maneira incrivel, mesmo! de verdade eu aprendi e tirei a maior nota da turma! Deus mostrou que o impossivel ele pode fazer na minha vida, e na vida dele.
No outro ano, eu peguei a mesma turma... Eu ate pensei: "Não acredito, são eles denovo. Vou passar por aquela humilhação denovo!"  meus caros leitores, era a mesma turma mas um tratamento diferente.


Amar à Deus acima de todas as coisas - Eu amo Deus! Você ama Deus! Mais quantas e quantas vezes vemos uma banda ou um artista e ficamos: "eu adoro ele" "eu sou fã dele". 
Vou dar um exemplo simples: RBD a banda "Rebelde" foi uam febre no mundo e todos queriam ver RBD! Inclusive eu! Sabe se la quantas e quantas vezes eu deixei de ir á casa de Deus para ver Shows na TV que o SBT transmitia! O que eu estava fazendo? Eu estava colocando RBD acima de Deus... Esse foi um exemplo, Mas existem outros! Muitos outras maneiras que desapercebidos negamos á Deus de uma maneira banal. 


Não somos perfeitos, somos carne, somos humanos estamos nesse mundo para errar e aprender com nossos erros. Nunca poderei dizer que nunca mais farei isso porque saberei que certamente posso errar novamente.
Não somos perfeitos, na verdade tentamos trilhar as metas que Deus nos passou para realizar nosso maior sonho de estarmos face à face com o rei naquele dia.
Erramos, mas para esses erros Deus nos proporciona o privilégio de nos retratarmos com ele e receber seu perdão.

Fiquem na paz de Deus meus amigos!
Meu nome é Henrique Oliveira e eu sou um "Amigo de Deus".

Três Dias Para Ver


Helen Keller, cega e surda desde bebê, dá a sua resposta neste belo ensaio, publicado no Reader’s Digest (Seleções)

Várias vezes pensei que seria uma benção se todo ser humano, de repente, ficasse cego e surdo por alguns dias no princípio da vida adulta. As trevas o fariam apreciar mais a visão e o silêncio lhe ensinaria as alegrias do som.
De vez em quando testo meus amigos que enxergam para descobrir o que eles vêem. Há pouco tempo perguntei a uma amiga que voltava de um longo passeio pelo bosque o que ela observara. “Nada de especial”, foi à resposta.
Como é possível, pensei, caminhar durante uma hora pelos bosques e não ver nada digno de nota? Eu, que não posso ver, apenas pelo tato encontro centenas de objetos que me interessam. Sinto a delicada simetria de uma folha. Passo as mãos pela casca lisa de uma bétula ou pelo tronco áspero de um pinheiro.
Na primavera, toco os galhos das árvores na esperança de encontrar um botão, o primeiro sinal da natureza despertando após o sono do inverno. Por vezes, quando tenho muita sorte, pouso suavemente a mão numa arvorezinha e sinto o palpitar feliz de um pássaro cantando.
Às vezes meu coração anseia por ver tudo isso. Se consigo ter tanto prazer com um simples toque, quanta beleza poderia ser revelada pela visão! E imaginei o que mais gostaria de ver se pudesse enxergar, digamos por apenas três dias.
Eu dividiria esse período em três partes. No primeiro dia gostaria de ver as pessoas cuja bondade e companhias fizeram minha vida valer a pena. Não sei o que é olhar dentro do coração de um amigo pelas “janelas da alma”, os olhos. Só consigo “ver” as linhas de um rosto por meio das pontas dos dedos. Posso perceber o riso, a tristeza e muitas outras emoções. Conheço meus amigos pelo que toco em seus rostos.
Como deve ser mais fácil e muito mais satisfatório para você, que pode ver, perceber num instante as qualidades essenciais de outra pessoa ao observar as sutilezas de sua expressão, o tremor de um músculo, a agitação das mãos. Mas será que já lhe ocorreu usar a visão para perscrutar a natureza íntima de um amigo? Será que a maioria de vocês que enxergam não se limita a ver por alto as feições externas de uma fisionomia e se dar por satisfeita?
Por exemplo, você seria capaz de descrever com precisão o rosto de cinco bons amigos? Como experiência, perguntei a alguns maridos qual a exata cor dos olhos de suas mulheres e muitos deles confessaram, encabulados, que não sabiam.
Ah, tudo que eu veria se tivesse o dom da visão por apenas três dias!
O primeiro dia seria muito ocupado. Eu reuniria todos os meus amigos queridos e olharia seus rostos por muito tempo, imprimindo em minha mente as provas exteriores da beleza que existe dentro deles. Também fixaria os olhos no rosto de um bebê, para poder ter a visão da beleza ansiosa e inocente que precede a consciência individual dos conflitos que a vida apresenta. Gostaria de ver os livros que já foram lidos para mim e que me revelaram os meandros mais profundos da vida humana. E gostaria de olhar nos olhos fiéis e confiantes de meus cães, o pequeno scottie terrier e o vigoroso dinamarquês.
À tarde daria um longo passeio pela floresta, intoxicando meus olhos com belezas da natureza. E rezaria pela glória de um pôr-do-sol colorido. Creio que nessa noite não conseguiria dormir.
No dia seguinte eu me levantaria ao amanhecer para assistir ao empolgante milagre da noite se transformando em dia. Contemplaria assombrado o magnífico panorama de luz com que o Sol desperta a Terra adormecida.
Esse dia eu dedicaria a uma breve visão do mundo, passado e presente. Como gostaria de ver o desfile do progresso do homem, visitaria os museus. Ali meus olhos veriam a história condensada da Terra – os animais e as raças dos homens em seu ambiente natural; gigantescas carcaças de dinossauros e mastodontes que vagavam pelo planeta antes da chegada do homem, que, com sua baixa estatura e seu cérebro poderoso, dominaria o reino animal.
Minha parada seguinte seria o Museu de Artes. Conheço bem, pelas minhas mãos, os deuses e as deusas esculpidos da antiga terra do Nilo. Já senti pelo tato as cópias dos frisos do Paternon e a beleza rítmica do ataque dos guerreiros atenienses. As feições nodosas e barbadas de Homero me são caras, pois também ele conheceu a cegueira.
Assim, nesse meu segundo dia, tentaria sondar a alma do homem por meio de sua arte. Veria então o que conheci pelo tato. Mais maravilhoso ainda, todo o magnífico mundo da pintura me seria apresentado. Mas eu poderia ter apenas uma impressão superficial. Dizem os pintores que, para se apreciar a arte, real e profundamente, é preciso educar o olhar. É preciso, pela experiência, avaliar o mérito das linhas, da composição, da forma e da cor. Se eu tivesse a visão, ficaria muito feliz por me entregar a um estudo tão fascinante.
À noite de meu segundo dia seria passada no teatro ou no cinema. Como gostaria de ver a figura fascinante de Hamlet ou o tempestuoso Falstaff no colorido cenário elisabetano! Não posso desfrutar da beleza do movimento rítmico senão numa esfera restrita ao toque de minhas mãos. Só posso imaginar vagamente a graça de uma bailarina, como Pavlova, embora conheça algo do prazer do ritmo, pois muitas vezes sinto o compasso da música vibrando através do piso.
Imagino que o movimento cadenciado seja um dos espetáculos mais agradáveis do mundo. Entendi algo sobre isso, deslizando os dedos pelas linhas de um mármore esculpido; se essa graça estática pode ser tão encantadora, deve ser mesmo muito mais forte a emoção de ver a graça em movimento.
Na manhã seguinte, ávida por conhecer novos deleites, novas revelações de beleza, mais uma vez receberia a aurora. Hoje, o terceiro dia, passarei no mundo do trabalho, nos ambientes dos homens que tratam do negócio da vida. A cidade é o meu destino.
Primeiro, paro numa esquina movimentada, apenas olhando para as pessoas, tentando, por sua aparência, entender algo sobre seu dia-a-dia. Vejo sorrisos e fico feliz. Vejo uma séria determinação e me orgulho. Vejo o sofrimento e me compadeço.
Caminhando pela 5ª Avenida, em Nova York, deixo meu olhar vagar, sem se fixar em nenhum objeto em especial, vendo apenas um caleidoscópio fervilhando de cores. Tenho certeza de que o colorido dos vestidos das mulheres movendo-se na multidão deve ser uma cena espetacular, da qual eu nunca me cansaria. Mas talvez, se pudesse enxergar, eu seria como a maioria das mulheres – interessadas demais na moda para dar atenção ao esplendor das cores em meio à massa.
Da 5ª Avenida dou um giro pela cidade – vou aos bairros pobres, às fábricas, aos parques onde as crianças brincam. Viajo pelo mundo visitando os bairros estrangeiros. E meus olhos estão sempre bem abertos tanto para as cenas de felicidade quanto para as de tristeza, de modo que eu possa descobrir como as pessoas vivem e trabalham, e compreendê-las melhor.
Meu terceiro dia de visão está chegando ao fim. Talvez haja muitas atividades a que devesse dedicar as poucas horas restantes, mas acho que na noite desse último dia vou voltar depressa a um teatro e ver uma peça cômica, para poder apreciar as implicações da comédia no espírito humano.
À meia-noite, uma escuridão permanente outra vez se cerraria sobre mim. Claro, nesses três curtos dias eu não teria visto tudo que queria ver. Só quando as trevas descessem de novo é que me daria conta do quanto eu deixei de apreciar.
Talvez este resumo não se adapte ao programa que você faria se soubesse que estava prestes a perder a visão. Mas sei que, se encarasse esse destino, usaria seus olhos como nunca usara antes. Tudo quanto visse lhe pareceria novo. Seus olhos tocariam e abraçariam cada objeto que surgisse em seu campo visual.
Então, finalmente, você veria de verdade, e um novo mundo de beleza se abriria para você.
Eu, que sou cega, posso dar uma sugestão àqueles que vêem: usem seus olhos como se amanhã fossem perder a visão. E o mesmo se aplica aos outros sentidos.
Ouça a música das vozes, o canto dos pássaros, os possantes acordes de uma orquestra, como se amanhã fossem ficar surdos. Toquem cada objeto como se amanhã perdessem o tato. Sintam o perfume das flores, saboreiem cada bocado, como se amanhã não mais sentissem aromas nem gostos. Usem ao máximo todos os sentidos; goze de todas as facetas do prazer e da beleza que o mundo lhes revela pelos vários meios de contato fornecidos pela natureza. Mas, de todos os sentidos, estou certa de que a visão deve ser o mais delicioso.

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